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Infecções Sexualmente Transmissíveis: saiba Mais

Infecções Sexualmente Transmissíveis
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Infecções Sexualmente Transmissíveis:

As Infecções Sexualmente Transmissíveis – as ISTs são muito frequentes em todo o planeta.

Sua incidência é maior (mas não somente) em populações chaves como: Trabalhadores do sexo, homens que fazem sexo com homens e pessoas que usam drogas injetáveis.

Vaginose bacteriana e infecção por clamídia são as mais comuns, especialmente entre mulheres.

1 a cada 12 pessoas no mundo possuem herpes genital.

O numero de casos de gonorreia e sífilis tem crescido em todo o mundo.

A organização mundial de Saúde – OMS (2013) estima que 1 milhão de pessoas se infectem por alguma IST no mundo todos os dias.

Exemplos de Infecções Sexualmente Transmissíveis

  • HIV
  • Sífilis
  • HTLV
  • Gonorreia
  • Clamídia
  • Hepatite B
  • Hepatite C
  • Sífilis

Formas de se adquirir Infecções Sexualmente Transmissíveis:

  • Relações sexuais sem camisinha , mesmo sexo oral ou compartilhamento de brinquedos sexuais.
  • Transmissão vertical (a gestante infectada transmite ao feto)
  • Contato direto com lesões (mesmo que pela via não sexual)
  • Via sanguínea (muito raro)

O que pode causar uma IST:

Infecções sexualmente transmissíveis
Infecções sexualmente transmissíveis

Existem cerca de 30 micro-organismos diferentes que podem causa alguma IST (vírus, bactérias, fungos e protozoários)

É muito frequente encontrar uma pessoa com vários tipos de Infecções Sexualmente Transmissíveis ao mesmo tempo.

Também é comum a reinfecção. Pessoas que se curam e voltam a se infectar

Gonorreia e Clamídia

São duas bactérias, a Neisseria gonohrroeae e a Clamidia trachomatis que causam infecções muito parecidas clinicamente

Hepatites virais

hepatites

É a inflamação do fígado causado por vírus.

Quando uma pessoa se infecta por um vírus da hepatite pode ocorrer 3 coisas:

  • O sistema imune ataca o vírus e o elimina. A pessoa se cura da doença
  • O sistema imune não consegue eliminar o vírus, mas ele fica “ inerte”
  • O Vírus começa a atacar o fígado levando a uma hepatopatia crônica (doença do fígado)

O grande problema das hepatites virais é que são infecções silenciosas, geralmente não apresentam sintomas até fases avançadas da doença.

Também não aparecem em exames de sangue rotineiros como hemograma. É preciso realizar exames de sangue específicos.

Hepatite viral do tipo B

Apesar de existir vacina eficaz contra a hepatite B, cerca de 10.000 novos casos por ano no Brasil

Ela é de transmissão fundamentalmente sexual, mas pode ser transmitida de varas outras maneiras:

Transmissão vertical (de gestante para feto)

De 5 a 10 % das pessoas infectadas pelo vírus da hepatite B tornam-se portadoras crônicas.

De 20 a 25% das pessoas que ficam com o vírus circulando no sangue tem seu fígado atacado e evoluem para doença hepática avançada;

Quem tem o vírus circulando no sangue também tem mais chances de desenvolver câncer no fígado.

Hepatite viral do tipo C

A transmissão sexual do Vírus da Hepatite C é menos frequente se comparada ao da hepatite B, mas ainda pode ocorrer.

Outras formas mais frequentes de se pegar hepatite C é:

  • Uso de alicates ou tesoura de unha contaminados, sem esterilização
  • Exames médicos invasivos (como endoscopia) ou procedimentos odontológicos com materiais sem a devida desinfecção ou esterilização
  • Tatuagens
  • Compartilhamento de seringas ou canudinhos para uso de drogas injetáveis ou cocaína.

 

Infecção pelo HIV

HIV

Portadores de Infecções Sexualmente Transmissíveis ou infecções não ulcerativas nos genitais têm risco aumentado de se infectar pelo vírus HIV

Esse risco pode variar de 3 a 10 vezes mais.

Saiba mais sobre HIV:

Veja outras notícias sobre HIV aqui 

 

Infecção pelo HTLV:

Esse vírus é de transmissão sexual que infectada de 10 a 20 milhões de pessoas no mundo e não tem cura.

Pode evoluir com problemas neurológicos ou vários tipos de câncer.

Felizmente, apenas 5 % das pessoas infectadas desenvolvem sintomas relacionados a doença.

Saiba mais aqui:


Agentes infecciosas diferentes podem ter sintomas muito parecidos.

Por isso a avaliação de manejo por síndrome:

Corrimento Genital

Infecções de Transmissão Sexual

Corrimento vaginal

O corrimento vaginal é uma síndrome comum, que ocorre principalmente na idade reprodutiva, podendo ser acompanhado por

  • Prurido (coceira genital)
  • Irritação local
  • Alteração do cheiro.

O que deve ser avaliado:

  • Característica, consistência, cor e odor (cheiro)
  • Observar existência de ferida ou manchas genitais
  • Perguntar sobre medicação ou produtos usados, por comprimidos, venoso ou local.

Causas do corrimento vaginal

  • Vaginose bacteriana: decorrente do desequilíbrio da microbiota vaginal, sendo causada pelo crescimento excessivo de bactérias anaeróbias (Prevotella sp., G. vaginalis, Ureaplasma sp. e Mycoplasma sp.);
  • Candidíase vulvovaginal: causada por um fungo chamado Candida spp.
  • Tricomoníase: causada por T. vaginalis.

 

Candidíase vulvo-vaginal

A Cândida é um fungo que ocupa a mucosa genital e digestiva.  O sexo não é sua principal via de transmissão;

Fatores de risco para candidíase vaginal
  • Obesidade
  • Diabetes mellitus descompensado
  • Gravidez
  • Uso de anticoncepcionais orais
  • Uso de medicação para diminuir o açúcar no sangue (Jardiance)
  • Uso de antibióticos, corticoides, imunossupressores ou químio/radioterapia;
  • Hábitos de higiene e vestuário que aumentem a umidade e o calor local;
  • Contato com substâncias alergênicas e/ou irritantes (ex.: talcos, perfumes, sabonetes ou desodorantes íntimos);
  • Alterações na resposta imunológica (imunodeficiência), incluindo a infecção pelo HIV
Sintomas da candidíase:
  • Prurido vulvovaginal (principal sintoma);
  • Disúria (dor para urinar);
  • Dispareunia (dor ao ter relações sexuais)
  • Corrimento branco, grumoso e com aspecto caseoso (“leite coalhado”);
  • Hiperemia (vermelhidão) e Edema vulvar (inchaço na vulva);
  • Fissuras e maceração da vulva;
  • Placas brancas ou branco-acinzentadas, recobrindo a vagina e colo uterino.
Diagnóstico
  • Exame feitos a partir da própria secreção vaginal
  • Exame de toque vaginal e avaliação com colocação de espéculo também podem ajudar

Tratamento do corrimento vaginal

Varia de acordo com a causa, gravidade e se a mulher está gestante ou não.

  • Pomadas para uso local ou Comprimidos
  • Candidíase
  • Miconazol,
  • Nistatina,
  • Fluconazol,
  • Itraconazol,
  • Metronidazol, Clindamicina

 

Corrimento Uretral:

É inflamação da uretra acompanhada de corrimento.

Fator de risco para uretrite:

  • Idade jovem,
  • Baixo nível socioeconômico,
  • Múltiplas parcerias ou nova parceria sexual,
  • Histórico de IST prévio
  • Uso irregular de preservativos.

Sintomas:

  • O aspecto da secreção varia de mucoide a purulento
  • Dor continuo na uretra
  • Disúria (dor ao urinar)
  • Estrangúria (micção lenta e dolorosa),
  • Prurido uretral (coceira)
  • Eritema de meato uretral (vermelhidão)

Causas:

  • Bactérias: N. gonorrhoeae, C. trachomatis, T. vaginalis, U. urealyticum, enterobactérias (nas relações anais insertivas), Mycoplasma genitalium,
  • Vírus: herpes simples, adenovírus
  • Fungos: Cândida spp.

 

Uretrite:

Infecções Sexualmente Transmissíveis

É a Inflamação da mucosa uretral, podem ter corrimento uretral presente ou não.

Dividimos as uretrites em:

  • Uretrite gonocócica
  • Uretrite não gonocócica

 

Uretrite gonocócica:

  • Causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae,
  • Risco de transmissão de 50% por cada ato sexual
  • A gonorreia pode ser assintomática na maioria das mulheres
  • No homem a infecção é assintomática em menos de 10% dos casos.
  • Os sintomas começam de 2 a 5 dias após o contato
  • Corrimento (purulento ou mucopurulento) – 80% dos casos
  • Disúria (dor ao urinar) – 50%
  • Balanite (dor vermelhidão, coceira, descamação, secreção com odor fétido no prepúcio)

Complicações:

  • Orqui-epididimite (inflamação dos testículos)
  • Prostatite (Infecção da próstata)

 

Gonorreia retal:

Geralmente não apresenta sintomas

Corrimento retal (12%)

Dor ou desconforto perianal ou retal (7%)

 

Gonorreia na faringe

90 % dos casos não apresenta sintomas (mais de 90%)

 

Gonorreia disseminada

A infecção gonocócica generalizada é rara (< 1%)

Ocorre quando a bactéria se espalha em todo o corpo pela corrente sanguínea;

Sintomas da gonorreia disseminada:
  • Febre,
  • Lesões em pele
  • Sepse por bacteremia (bactéricas na correte sanguínea)
  • Artralgia (dor nas articulações),
  • Artrite (inflamação das articulações)
  • Tenossinovite (infecção dos tendões)

 

Complicações da gonorreia:

As complicações atingem mais as mulheres pois ficam infectadas por muitos anos por não apresentaram sintomas.

Ocorrem frequentemente no período menstrual, gravidez logo após o parto.

  • Infecção no coração (Endocardite aguda, pericardite)
  • Inflamação do cérebro (Meningite)
  • Inflamação do fígado (hepatite)

 

Uretrite não gonocócica:

São inflamações da uretra não causadas pela gonorreia

50% dos casos no homem são causados por clamídia.

Outras bactérias causadoras: U. urealyticum, M. hominis e T. vaginalis, Mycoplasma genitalium.

O risco de transmissão por ato sexual é de 20%

Os sintomas aparecem de 14 a 21 dias após a infecção

Sintomas:

  • Corrimentos discretos em forma de muco (não é purulento)
  • Disúria leve intermitente (dor ao urinar que vai e volta, não é constante)
  • Em alguns casos o tipo de corrimento e sintomas podem ser iguais aos da gonorreia.

Complicações das uretrites por clamídia:

  • Prostatite (infecção da próstata),
  • Epididimite (inflamação de um ducto que se localiza dentro dos testículos)
  • Balanite (da pele ou glande do pênis)
  • Conjuntivite (infecção no olho, ocorre por auto inoculação, ou seja, passar as mãos contaminadas nos olhos)
  • Síndrome de Reiter (inflamação das articulações associada a conjuntivite e uretrite)

Causas de sintomas persistentes mesmo após o tratamento das uretrites:

  • Dose ou tempo de tratamento inadequadas
  • Reinfecção
  • Bactérias resistentes aos antibióticos

Causas não infecciosas de uretrite:

  • Trauma
  • Instrumentalização e inserção de corpos estranhos intrauretrais ou parauretrais (piercings), Irritação química (uso de produtos lubrificantes e espermicidas)

Opções de esquemas para tratamento das uretrites:

  • Ciprofloxacino + Azitromicina
  • Ceftriaxone  + Azitromicina
  • Doxiciclina
  • Amoxilina

Úlcera genital

Infecções Sexualmente Transmissíveis que podem cursar com ulceras na região genital

Diagnóstico

  • A suspeita é feita a partir de história clínica e exame físico
  • A confirmação pode ser feita por
  • Exames de sangue específicos para cada doença (sorologias)
  • Testes diretos ou moleculares da própria lesão

Tratamento:

O tratamento muda totalmente de acordo com a causa:

  • Penicilinas (sífilis)
  • Aciclovir ou outros antivirais de mesma classe (herpes simples)
  • Azitromicina
  • Ceftriaxone
  • Doxiciclina

 

Doença inflamatória pélvica – DIP

Infecção de Transmissão Sexual
Infecção de Transmissão Sexual

Este quadro é considerado uma complicação das Infecções Sexualmente Transmissíveis.

Pode ocorrer em 1 a cada 8 ou 10 mulheres com infecções não tratadas ou mal tratadas.

Fatores que podem aumentar risco de desenvolvimento de DIP:

  • Infecções Sexualmente Transmissíveis prévias
  • Múltiplos parceiros sexuais ou 1 parceiro sexual que possui muitas parceiras
  • Uso de métodos anticoncepcionais como o DIU (dispositivo intra-uterino)

Sintomas:

  • Dor pélvica ou região inferior do abdome
  • Febre, Secreção vaginal ou endocervical anormal
  • Sangramento vaginal fora do período menstrual
  • Dispareunia (dor durante o ato sexual)

Diagnóstico

  • Avaliação de critérios clínicos,
  • Exame físico e ginecológico
  • Exames laboratoriais de sangue e de material vaginal
  • Exames de imagem

Esquemas de Tratamento:

Dependendo da gravidade pode ser realizado em casa ou internada em um hospital

  • Ceftriaxone + Doxiciclina + Metronidazol
  • Cefotaxima + Doxiciclina + Metronidazol
  • Cefoxitina + + Doxiciclina
  • Clidamicina + Gentamicina
  • Ampicilina + Doxiciclina

Complicações

  • Infertilidade (as taxas variam de 12 a 50%)
  • Problemas na gestação
  • Aumento do risco de aborto ou parto prematuro

 

Verrugas anogenitais:

Infecções sexualmente transmissíveis
Condiloma acuminado em grande aumento

 As verrugas de transmissão sexual são produzidas pelo Papiloma Vírus Humano (HPV).

Elas podem aparecer em região genital (vulva ou pênis), testículos, dentro da vagina, ânus ou reto

Esse vírus não afeta apenas região ano-genital, ele pode se encontrar também em mãos, laringe e boca

O risco estimado para infecção por algum tipo de HPV é de 15 a 25% a cada nova parceria sexual

As lesões não precisam estar visíveis para a pessoa se infectar com o parceiro (podem ser lesões pequenas ou ter uma grande quantidade de vírus no organismo mesmo sem lesões)

Não é possível estabelecer um intervalo entre a infecção e o aparecimento das lesões.

 

Diagnóstico:

O diagnóstico é feito por exame clinico e confirmado por biopsia.

As verrugas podem ser bem pequenas e não visíveis a olho nu.

Por isso o exame físico deve ser feito com lentes de aumento ou após aplicação de líquidos reagentes.

Tratamento:

O tratamento é retirar a verrugas. Não existe tratamento para eliminar o vírus de dentro do organismo

  • Uso de ácidos em pomada, gel ou líquido
  • Procedimento cirúrgicos como retirada cirúrgica (cortes), crioterapia (congelamentos), eletrocauterizações (queimar)

 

Conduta geral que deve ser realizada diante de qualquer IST:

  • Exames de sangue específicos para todas as outras Infecções Sexualmente Transmissíveis
  • Realizar testes específicos para identificar ISTs no parceiro sexual (se isso não for possível, deve-se tratar o parceiro sexual)
  • Orientações quanto a forma de prevenção de novas ISTs como uso de preservativo, PEP e PrEP.
  • Vacinação para HBV e HPV.

 

Fonte:

 


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CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.

12 thoughts on “Infecções Sexualmente Transmissíveis: saiba Mais

  1. Dra., a transmissão da gardnerella vaginalis no ato sexual desprotegido aumenta a chance ser transmitido o HIV (a sorologia da mulher era desconhecida). Meu exame ELISA 4a geração com 21 dias deu negativo, mas fiz uma espermocultura e apontou a gardnerella vaginalis.

  2. Recebi sexo oral sem preservativo quais as chances de ter contraido dsts? Clamidia herpes hpv gonorreia . Qual a porcentagem de chances para essas ists sendo que para o hiv a chance e quase zero ?

  3. Dra. Boa noite o urologista mim passo que eu tenho herpes genitais melorei com aciclovir depois voltou o penvir é bom uma amigos tomarão e já tem meses sem crises.

  4. Prezada Dra. Keilla
    Estou apreensiva, fiz alguns exames e deu positivo a ureaplasma
    urealyticum, já tomei antibiótico, só que como é uma DST estou preocupada pois somente tive um parceiro na minha vida sexual e ele diz que também fui a única parceira dele, essa bactéria é comumente pega através das relações sexuais não é? dificilmente é contraída de outra maneira não é isso?
    Agradeço

    1. Bom dia. Apesar de na maioria dos casos ser transmitido por contacto sexual, o ureaplasma nem sempre é considerado uma DST, podendo por vezes ser classificado como uma simples infecção bacteriana. Esta infecção é muito contagiosa e pode ser transmitida pelo sangue, saliva e até pelo ar (quando alguém tosse ou espirra próximo de si – normalmente na sua face).

  5. Bom diaa, Dra.Keila, tive um contato de sangue com hiv nos olhos, instituição e paciente disseram que a pessoa era negativa, depois descobri que a mesma fazia tratamento(carga viral indetectavel ) , aguardei 4 meses e fiz um pcr e elisa 4 geração. Negativos. Porém tive queilite angular, ressecamento bucal e língua Branca no período, Mesmo com exames negativos o quadro ainda persiste. Isso pode ser por estresse crônico ou ainda hiv? Estou desesperado ja

    1. Boa tarde. Com relação ao HIV, teste de 4 º geração negativo feito em local de confiança a partir dos 90 dias após a última exposição de risco, já exclui o caso.
      Com relação aos sintomas apresentados, sugiro que procure um médico Infectologista de sua confiança para te avaliar pessoalmente e solicitar todos os exames cabíveis para o seu caso.

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