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Medo do HIV atrasa o diagnóstico

Medo do HIV atrasa o diagnóstico
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Medo do HIV atrasa o diagnóstico

A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) manifesta-se após a infecção do organismo pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV).

Em 1977 e 1978 na África, Haiti e Estados Unidos ocorreram os primeiros relatos de pneumonias e cânceres.

No Brasil, o primeiro caso foi relatado em 1980 no estado de São Paulo.

Passou-se a reconhecer a existência de uma doença que causava a destruição do sistema imune em 1982.

A descoberta do vírus HIV só ocorreu em 1984.

Desde sua descoberta, a AIDS se espalhou pelo mundo e ainda faz muitas vítimas.

Os mais afetados são populações com pouco acesso aos meios diagnósticos e tratamento.

Muitas pessoas têm medo de realizar o teste do HIV como se o resultado positivo (ou reagente) fosse atestado de morte.

Essas pessoas podem ter medo tanto do preconceito com relação às pessoas que tem o vírus quanto falta de conhecimento quanto a expectativa de vida com o vírus.

A pior coisa que pode acontecer para alguém com o vírus HIV é não saber o diagnóstico.

Avanços que a medicina moderna alcançou com relação ao HIV:

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CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.

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