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Febre: Saiba mais

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Febre é o aumento da temperatura corporal acima dos níveis normais.

Existe uma série de recursos para manter o nosso corpo dentro de uma faixa aceitável de temperatura ótima para o adequado funcionamento de nossas funções vitais. Independente da temperatura ambiente e das condições externas.

A faixa de temperatura corporal normal para um ser humano adulto é de 36,5°C a 37,5°C. No entanto, a temperatura pode variar ligeiramente ao longo do dia, sendo geralmente mais baixa pela manhã e mais alta à noite.

A temperatura corporal mínima compatível com a vida varia de pessoa para pessoa e depende de diversos fatores, como idade, estado de saúde e tempo de exposição ao frio. Mas no geral, temperaturas corporais abaixo de 35ºC são consideradas hipotermias graves e incompatíveis com a vida.

No outro extremo, temos as hipertermias. Temperaturas corporais acima de 40ºC são consideradas perigosas para a vida por danos irreversíveis aos órgãos internos e a partir de 42°C, as proteínas do corpo começam a se desnaturar, o que pode levar à falência múltipla de órgãos e sistemas.

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Mas quando falamos dessa faixa de temperatura estamos nos referindo à temperatura real dentro de nosso corpo. O que conseguimos fazer aqui no dia a dia medindo de fora são estimativas de nossa temperatura corporal.

É por isso que o que as medidas consideradas febre variam conforme o local e forma de medição.

Quais são as medidas consideradas febre segundo o local de medição:

Temporal (testa):

  • Normal: 35,4°C a 37,4°C
  • Febrícula: 37,4°C a 37,7°C
  • Febre: 37,8°C ou mais

Timpânica (dentro dos ouvidos):

  • Normal: 35,8°C a 37,5°C
  • Febrícula: 37,6°C a 37,7°C
  • Febre: 37,8°C ou mais

Oral (boca):

  • Normal: 35,5°C a 37,5°C
  • Febrícula: 37,5°C a 37,7°C
  • Febre: 37,8°C ou mais

Axilar (abaixo dos braços):

  • Normal: 34,7°C a 37,3°C
  • Febrícula: 37,3°C a 37,7°C
  • Febre: 37,8°C ou mais

Retal (ânus):

  • Normal: 36,0°C a 38,0°C
  • Febrícula: 38,0°C a 38,4°C
  • Febre: 38,5°C ou mais

Por que temos febre?

A febre não é uma doença em si, ela é uma resposta natural do corpo a diferentes estímulos, um sinal de que alguma coisa não vai bem com o nosso corpo. É a expressão de um processo inflamatório geral do corpo

Ela ocorre quando o hipotálamo, uma região do cérebro responsável pela regulação da temperatura corporal, aumenta o ponto de ajuste da temperatura

O hipotálamo faz isso em resposta a algum estímulo com o objetivo de proteger o nosso corpo pois ao aumentar a temperatura, o corpo cria um ambiente menos favorável para a proliferação de vírus e bactérias, além de estimular o sistema imunológico a combater a infecção ou outros agentes agressores não infecciosos de forma mais eficiente.

Ou seja, a febre é a prova de que nosso sistema imune está trabalhando.

Devemos sempre combater a febre com remédios imediatamente ?

A febre não necessariamente é ruim.

Uma febre baixa sem maiores sintomas de mal estar associados a ela pode-se deixar evoluir sem a ansiedade de baixá-la rapidamente, especialmente aquela febre baixa que pode ocorrer após o recebimento de vacinas. É como se nós deixássemos o nosso sistema imune trabalhar, tolerando ali uma febre baixa. Muitas vezes ela irá abaixar sozinha após algum tempo.

Por outro lado, isso também não quer dizer que uma pessoa precise ficar sofrendo com sintomas relacionados a febre para “esperar ver até onde vai”, pois isso não se justifica. De forma geral: Febre baixa com bom estado geral pode apenas observar, enquanto febre muito alta ou febre independente do valor associado a mal estar, deve ser medicado

Causas de Febre

Nem toda febre é igual a infecção assim como nem toda infecção tem febre.

É claro que mediante um quadro de febre a primeira coisa que precisamos pensar é em infecção. No entanto, assim como a ausência de febre não exclui com quadro infeccioso, a presença da febre em si não o confirma.

  • Infecções
  • Doenças inflamatórias não infecciosas
  • Doenças auto-imunes (especialmente em momentos de crise)
  • Alergias
  • Distúrbios do sistema endócrino
  • Traumatismos
  • Hemorragias
  • Medicamentos
  • Resposta vacinal habitual
  • Doenças neoplásicas
    • especialmente doenças onco-hematológicas como linfomas e leucemias
  • Problemas neurológicos (febre de origem central)
    • Alteração no sistema central de regulação de temperatura corporal

Como medir a temperatura adequadamente

É comum que as pessoas meçam a febre usando o dorso das mãos na testa, na nuca ou mesmo nos pés. Algumas mães até colocam o dorso na mão na testa delas e depois comparam com a da criança. Essa não é uma via válida e não devemos confiar nela para diagnóstico de febre.

A única maneira segura e verdadeira de sabermos a temperatura do corpo é com um termômetro.

Escolha do termômetro

Apesar daquele modelo antigo com mercúrio ter tido sua comercialização proibida há vários anos, existem diferentes modelos de confiança no mercado, modelos digitais e testa ou de ouvido vêm ganhando popularidade. Existem até mesmo novos smartwatches que possuem esta função integrada. O importante é estar validado pela Anvisa para ter segurança em sua medição.

Escolha do local de aferição

Outro fator importante ao aferir a temperatura é escolher a região do corpo para tal. As opções mais comuns são: axilas, testa, ouvidos,  boca ou ânus. Cada uma delas com características diferentes. 

As regiões mais superficiais, como a testa, muito queridas por muitas mães devido à rapidez de medição,  estão mais sujeitas à temperatura ambiente e variam mais. Essa área também possuem uma menor vascularização e suas temperaturas são naturalmente mais baixas que outras áreas mais centrais .

A axila é o local mais usado no Brasil, inclusive em centros de cuidados de saúde mas não é o mais confiável entre os métodos.  Apesar de estar menos sujeito a mudanças ambientais que a testa ainda pode sofrer este tipo de influência. Além disso, o tecido adiposo em pessoas mais obesas ou muito magrinhas podem atrapalhar a acurácia da medicação.

Você pode sim seguir medindo a temperatura pela axila, mas precisa levar essas coisas com consideração.

Medidas mais centrais como como o tímpano (dentro dos ouvidos), orais e anais trazem medidas bastante fidedignas e são naturalmente mais quentes que as demais. são pouco usadas no Brasil, mas por questão cultural que qualquer outra coisa.

Cuidados com o termômetro antes da medição

Antes de medir a temperatura em qualquer local, a primeira coisa é nos assegurar:

  • Limpeza adequada do termômetro (de acordo à orientação do  fabricante, alguns modelos permitem limpeza com água e sabão)
  • O Termômetro deve estar seco
  • O Termômetro deve estar funcionando adequadamente
  • Ao Termômetro deve estar com a temperatura ambiente ou com a medicação zerada
  • Aparelhos descartável, deve-se retirar a tampa protetora
  • Alguns modelos possuem proteção tipo uma luvinha que deve ser usada na parte que entra em contato com o corpo e trocada a cada uso.
  • A leitura da medição deve ser feita imediatamente após a retirada do local de medição

Cuidados com o local de aferição e como medir

Aferição Axilar

  • Seque bem esta área, pois a umidade pode afetar a precisão da leitura.
    • Se a pessoa estiver suando, seque a axila com uma toalha antes de medir a temperatura
  • Coloque o termômetro na axila, garantindo que a ponta de medição esteja em contato direto com a pele
  • Coloque a ponta do termômetro bem no meio da axila
  • Comprima o mesmo braço contra o corpo para prendê-lo
  • Evite ao máximo movimentar o braço durante a aferição
  • Verifique o tempo de medição orientado pelo fabricante.
    • Muitos aparelhos apitam quando termina a medição. 

Aferição oral

  • Para se medir a Temperatura pela Boca temos que ter algumas coisas em consideração:
  • Em caso de ingesta de líquidos quentes ou frios, deve-se aguardar 30 minutos antes da aferição;
  • Coloque a ponta do termômetro na parte de baixo da língua, em direção à parte de trás;
  • Segure o termômetro com os lábios, não com o dente;
  • Mantenha os lábios fechados em torno do termômetro.
  • Verifique o tempo de medição orientado pelo fabricante.
    • Muitos aparelhos apitam quando termina a medição. 
    • Em geral este período é em torno de 1 minuto para uma boa aferição

Aferição retal

A medição da temperatura retal é uma das medidas mais fidedignas que existem.

Para medir por esta via temos que ter alguns cuidados:

  • Para facilitar a inserção e tornar o processo mais confortável, pode-se aplicar uma pequena quantidade de lubrificante à base de água na ponta do termômetro.  
  • Uma das posições mais confortáveis para colocação é com o paciente deitado de lado abraçando os joelhos.
  • Insira cuidadosamente o termômetro no reto
  • Isso deve ser feito com delicadeza para evitar desconforto e lesões
  • Mantenha o termômetro no reto por pelo menos o tempo recomendado pelo fabricante.
    • O tempo pode variar, mas geralmente é cerca de 2 minutos para termômetros digitais.
  • O termômetro usada para medição retal deve ter ainda maior cuidado em sua limpeza após o uso para evitar a disseminação de bactérias,
    • Limpe conforme orientações do fabricante.
    • se for possível preferencialmente, se for permitido pelo fabricante,  usando água e sabão
  • Seque bem e guarde em seguida. 

Aferição timpânica

Medição da temperatura pelo tímpano tem um termômetro específico.

  • Para fazer a colocação correta é preciso puxar levemente a orelha para trás para endireitar o canal auditivo antes de inserir o termômetro.
  • Ligue o termômetro e insira cuidadosamente a sonda no canal auditivo até que esteja devidamente posicionada.
  • Mantenha o termômetro no ouvido pelo tempo recomendado pelo fabricante.
    • Normalmente, a leitura é rápida, levando apenas alguns segundos, e geralmente o aparelho apita quando termina a leitura.
  • Após a leitura, deve-se também limpar o aparelho segundo orientações do fabricante.

O que pode prejudicar a aferição?

Todo mecanismo de aferição de temperatura corporal é uma estimativa da temperatura interna real.

Aferições em locais mais periféricos, como testa e axilas possuem maior risco de erro. Uma pele úmida, por exemplo, pode interferir na leitura do aparelho.

Uma pessoa mais magrinha com uma fina capa de gordura no corpo, pode ter uma temperatura axilar bem mais alta que uma pessoa mais obesa mesma que ambas estejam com a mesma temperatura corporal

Sobretudo em casos de febre, é fundamental considerarmos situações como ambiente muito quente, uso de cobertores, banho quente logo antes da medição como fatores de confusão bastante comuns que erram a medida para mais.

Outro fator  a ser considerado também é a calibração do termômetro. Na dúvida você pode por exemplo, medir a temperatura da mesma via em alguém que não tem nenhum sintoma de doença e ver se ele também está com a temperatura elevada. Se este for o caso, é melhor trocar de termômetro

Como agir em casos de febre?

Muitas das causas de febre são autolimitadas e você não precisa sair correndo para um pronto socorro imediatamente após ter uma febre a não ser que tenha algum sinal de alerta.

Febre alta não significa necessariamente uma doença grave da mesma forma em que febre baixa não necessariamente significa doença leve.

Em  uma pessoa sem maiores comorbidades que comece a apresentar febre em vigência de um quadro clínico sem maiores sinais de gravidade: uma coriza, dor de cabeça ou mesmo uma diarreia, pode perfeitamente ser observada em casa nos seus primeiros dias.

Neste caso, é fundamental alguns cuidados para ajudar o seu organismo a se recuperar mais rápido como:

  • Repouso;
  • Tomar antitérmicos;
  • Banhos frescos (refrescar a pele ajuda o corpo a abaixar a temperatura);
  • Comer coisas leves (para não forçar o organismo).
  • Tomar bastante líquidos para repor o gasto extra com o processo de febre
    • a reposição inadequada de líquidos aumenta o risco de complicações graves devido a desidratação como:
        • desgaste dos rins,
        • dores de cabeça
        • sonolência extrema
        • queda importante de pressão 

Quais remédios podemos usar para tratar a febre?

Se você não tiver nenhuma reação alérgica ou intolerância, os melhores medicamentos para controle de febre são:

  • Medicamentos à base de dipirona
  • Medicamentos a base de paracetamol.

Evite usar os seguintes medicamentos

  • AAS (ácido acetil salicílico ou aspirina)
  • Anti-inflamatórios não esteroides – AINE
      • como: Ibuprofeno, Naproxeno, Cetoprofeno etc 
  • Corticoides
      • Como prednisona

Não é que nunca devam ser usados para tratamento de febre, mas deve-se evitar o uso deles até entender melhor a causa da febre.

Tudo isso porque dependendo do quadro e da causa o uso de alguns desses remédios pode trazer complicações sérias como insuficiência dos rins e sangramentos. 

O uso de medicamentos como AAS, AINE e corticoide para tratamento de febre pode causar problemas de sangramentos e insuficiência renal

A importância de se ler o nome da substância presente no remédio

Mesmo remédios que se compra sem receita médica deve-se tomar cuidado na hora de tomar, prestando atenção nos nomes de sua composição

Muitas pessoas com alergias graves a alguns alimentos, já têm o excelente costume de ler a tabela nutricional de todos os alimentos antes de comprá-los.

Da mesma forma devemos fazer com os remédios que tomamos. Especialmente os remédios ditos sintomáticos. Aqueles remédios que tomamos para alivio de sintomas.

Muitos remédios sintomáticos relacionados a resfriado, por exemplo, independente do nome de fantasia têm entre seus componentes substâncias bastante conhecidas como paracetamol ou dipirona e se ingerirmos medicamentos diferentes que tenham a mesma substância, facilmente podemos ultrapassar a dose máxima segura para aquela substância.

Quando procurar um médico por causa da febre?

  • Febre que dura vários dias
  • Febre que muda o seu perfil tornando-se mais alta ou com maior frequência ao  longo dos dias, ao invés do contrario.
  • Febre que retorna depois de haver ido embora
  • Febre após picada de inseto
  • Febre em pessoas com problemas de saúde graves como
      • Diabetes mellitus – DM
      • Doença cardíaca,
      • Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica – DPOC
      • Pneumopatia crônica
      • Hepatopatia severa
      • Câncer,
      • Lúpus eritematoso sistêmico – LES
      • Anemia falciforme;
  • Qualquer quadro de Febre associada a algum dos SINTOMAS OU SINAIS DE ALARME
      • Falta de ar;
      • Dor de cabeça severa
      • Dor na nuca;
      • Dor de cabeça e vômitos
      • Crise convulsiva;
      • Confusão mental;
      • Sonolência extrema ou torpor
      • Agitação psicomotora
      • Vômitos severos
      • Diarreia importante
      • Dor intensa em barriga, Costas ou lados;
  • Qualquer outro sintoma que:
      • não seja comum, 
      • te incomode demasiado,
      • não melhore com medicação
      • te preocupe

Situações especiais

Em alguns casos o simples fato de se ter uma febre Independente da temperatura ou de qualquer outro sintoma associado já é uma emergência médica. 

  • Febre em Gestantes
  • Febre iniciada após viagens a áreas com doenças endêmicas
      • como Malária; Lyme, Febre do Nilo, Ebola, etc
  • Início de febre logo após alta hospitalar,
  • Início de febre logo após procedimento cirúrgico,
  • Início de febre logo após realização de procedimento médico invasivo;
  • Pacientes com imunidade muito baixa como:
      • Pessoas em tratamento com quimioterapia
      • Pessoas em tratamento com imunossupressor,
      • Pacientes com doenças onco-hematológicos com contagem de células brancas muito baixa,
      • Pessoas que vivem com HIV em fase AIDS
      • Idoso frágil

Situação especial – IDOSOS

Idosos são uma situação especial com relação à febre devido à sua Imunossenescência (processo natural de deterioração gradual do sistema imunológico decorrente do envelhecimento do organismo).

Simplesmente é muito difícil que um idoso tenha febre.

É mais fácil um idoso ter manifestações neurológicas inespecíficas relacionadas a um quadro infeccioso do que febre, situações como sonolência extrema e confusão mental costumam aparecer nos idosos antes mesmo da manifestação de qualquer sintoma localizatório de infecção.

É mais fácil que um idoso tenha hipotermia (queda da temperatura) que hipertemia.

É por isso que qualquer manifestação febril em um idoso frágil deve ser vista via de regra como uma emergência médica. Especialmente um idoso que claramente não costuma manifestar febre geralmente.

O que significa idoso frágil?

É o idoso que apresenta um estado de maior vulnerabilidade e risco de declínio funcional. Isso se deve a uma série de fatores como:

  • Idade avançada (> 80 anos)
  • Doenças crônicas
    • diabetes,
    • doenças cardíacas,
    • doenças pulmonares
  • Limitações de mobilidade por problemas ortopédicos
  • Limitações de mobilidade por problemas neurodegenerativos
  • Limitação funcional
    • com baixo nível de independência para atividades de vida diária
  • Sarcopenia (perda de massa muscular)
  • Osteoporose
  • Sedentarismo
  • Declínio cognitivo
  • Desnutrição
  • Polifarmácia
    • uso de várias medicações que leva a interação medicamentosa pouco conhecidas
  • Isolamento social
  • Depressão
  • Baixa acuidade visual
  • Baixa acuidade auditiva

Fonte:


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Dra. Keilla Freitas
CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.


https://www.drakeillafreitas.com.br/quem-somos/

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