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Qual a Diferença entre Gripe e Resfriado?

Diferença entre Gripe e Resfriado
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Gripe e Resfriado. Pelo menos uma vez na vida você já acordou com o nariz entupido, incômodo na garganta, dor de cabeça, mal estar e provavelmente pensou ser uma gripe ou resfriado. É comum usarem estes 2 termos como sinônimos quando na verdade, trata-se de 2 condições bastante diferentes.

Continue a leitura deste artigo e saiba a diferença entre gripe e resfriado, seus sintomas, e meios de tratamento de cada uma das condições.

Gripe e Resfriado

Existe uma grande variedade de vírus respiratórios que circulam mais no inverno e por isso problemas desse tipo são mais comuns nessa época do ano.

Apesar disso, as infecções respiratórias virais podem ocorrer em qualquer estação.

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O que chamamos muitas vezes de gripe, na verdade, trata-se do resfriado comum.
Gripe é uma infecção respiratória causada por um grupo de vírus específicos do tipo Influenza.

Os sintomas dessas duas condições são muito parecidos, especialmente no início do quadro. E, apesar da evolução poder dar pistas quanto a sua etiologia, a confirmação do diagnóstico é feita apenas por testes laboratoriais específicos.

Os Sintomas

  • Coriza (nariz escorrendo);
  • Entupimento nasal;
  • Tosse seca ou com secreção;
  • Espirros;
  • Dor de garganta;
  • Dor de cabeça;
  • Dor muscular;
  • Cansaço;
  • Perda de apetite;
  • Febre;
  • Calafrios;
  • Náusea e vômito.

Evolução

Geralmente, os sintomas da gripe aparecem rapidamente podendo ser graves e duram em média 1 a 2 semanas.

Já os sinais do resfriado comum surgem gradativamente e são mais leves podendo durar de 3 a 07 dias, normalmente, desde que não haja complicações.

Complicações

Resfriado comum via de regra não evolui com complicações graves, exceto em pessoas com imunidade extremamente baixa como pessoas com cânceres hematológicos que acabaram de receber transplante de medula óssea.

Já a influenza pode apresentar complicações com mais frequência como sinusite bacteriana ou pneumonia bacteriana, podendo inclusive apresentar complicações graves como síndrome da insuficiência respiratória aguda grave.

Mesmo pessoas sem comorbidades conhecidas podem evoluir com complicações graves em um quadro de influenza. Contudo alguns grupos possuem maior risco:

  • pessoas com imunidade baixa
  • idosos
  • crianças pequenas
  • gestantes
  • comorbidades crônica como HIV mesmo naqueles com bom controle de infecção.

O Tratamento da Gripe e Resfriado

Tanto em quadros de gripe, quanto em resfriados, o tratamento principal é o sintomático, ou seja, visa aliviar os sintomas enquanto o organismo reage eliminando o vírus. Analgésicos e antitérmicos são comumente usados para a febre e dor. Além disso, a ingestão frequente de líquidos e o repouso também são consideradas medidas muito importantes para melhorar o estado de saúde do paciente.

Já quando a gripe se desenvolve em quadros mais graves, ou quando atinge grupos de risco, um medicamento antiviral específico pode ser prescrito por seu médico de confiança.

A Prevenção

As doenças respiratórias em geral podem ser evitadas com a adoção de alguns hábitos simples como higienizar corretamente e frequentemente as mãos, utilizar lenços para limpar o nariz, utilizar objetos próprios e não compartilháveis de talheres, pratos, copos e garrafas.

Além disso, manter o ambiente arejado, evitar o contato próximo com pessoas que apresentem algum sinal de infecção, cobrir a boca e o nariz com a parte localizada entre o braço e antebraço ao tossir ou espirrar, pode evitar a disseminação dos vírus.

No caso da gripe H1N1, a melhor maneira de prevenção é pela imunização. As vacinas da gripe devem ser aplicadas anualmente especialmente nos grupos de risco. Existem aproximadamente 9 tipos de vacinas aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária disponíveis no território brasileiro capazes de imunizar a população contra diferentes tipos de gripe.

Para saber mais sobre as vacinas da gripe clique aqui.

Mais Informações sobre este assunto na Internet:

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Dra. Keilla Freitas
CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.
https://www.drakeillafreitas.com.br/quem-somos/

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