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Previna-se contra a Intoxicação alimentar

Intoxicação alimentar
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Intoxicação alimentar

1 em cada 6 pessoas sofrem de intoxicação alimentar todos os anos só nos Estados Unidos.

Causas de intoxicação alimentar:

  • Bactérias e vírus
  • Parasitas
  • Mofo, toxinas e contaminantes
  • Alergênicos (quando a pessoa é alérgica a algum produto presente no alimento)

Bactérias ou vírus que podem causam intoxicação alimentar:

  • Salmonella
  • Campylobacter
  • Lysteria
  • E coli
  • Norovírus
  • Clostridium

Parasitas que causam intoxicação alimentar:

Esses parasitas podem ser transmitidos, pela água, solo contaminados ou até mesmo de uma pessoa a outra.

Podem causar quadros agudos, mas na maioria das vezes, sua evolução é insidiosa (evolui aos poucos)

Sendo uma importante causa de diarreia crônica ou até mesmo, quadros que intercalam períodos de diarreia com intoxicação.

Exemplos:

  • Criptosporidium
  • Giardia
  • Ciclospora
  • Toxoplasmose
  • Ameba
  • Tênia

Intoxicação por toxinas alimentares

Exemplos:

  • Toxinas naturais (como de alguns cogumelos)
  • Toxinas químicas (como de pesticidas)

Alérgenos

Causam intoxicação APENAS em pessoas alérgicas ou intolerantes a estes alimentos.

Exemplos:

  • Leite
  • Ovo
  • Peixe
  • Frutos do mar
  • Nozes
  • Amendoim
  • Trigo
  • Feijão de soja

Sintomas

  • Cólicas abdominais
  • Dores no estômago
  • Náuseas e vômitos
  • Diarreia
  • Febre
  • Desidratação

Complicações

A maioria das pessoas melhoram dos sintomas, mesmo sem ter um tratamento específico.

Para outras, os sintomas são tão intensos, que precisam ser hospitalizadas.

Fatores de risco para complicações

  • Pessoas com 65 anos de idade ou mais;
  • Crianças com 5 anos ou menos;
  • Pessoas com imunidade baixa (diabéticos, doentes crônicos do rim  ou fígado, portadores de HIV, transplantados);
  • Usuários de medicações imunossupressoras como quimioterapia, radioterapia, corticoides, etc;
  • Gestantes;

Como evitar a intoxicação alimentar

Limpar

  • Limpar bem as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos sempre antes de manusear qualquer tipo de alimento, e logo após de manusear alimentos crus;
  • Não lavar alimentos crus como carnes (cozinhá-las primeiro);
  • Limpar bancadas, tábuas e todo e qualquer utensílio utilizado no preparo de alimentos crus, após o uso em cada alimento;

Separar

Separar alimentos crus dos alimentos prontos para consumo:

  • No momento das compras;
  • Na armazenagem;
  • No momento do preparo;

Cozinhar

  • Ingerir apenas carnes bem passadas.

Congelar

  • Refrigerar ou congelar alimentos após o preparo, especialmente em dias mais quentes, quando este tempo deve ser de até 2 horas após o preparo.

 

Fonte:

 


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CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.

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