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Sexo Desprotegido na Adolescência e Risco de ISTs

Sexo Desprotegido na Adolescência e Risco de ISTs
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Sexo Desprotegido na Adolescência. A prática sexual desprotegida é algo muito frequente entre os jovens. Estima-se que no mundo existam 1,8 bilhão de adolescentes. Destes, 89% deles vivem em países em desenvolvimento. Este número deve passar de 2 bilhões até 2039.

O início muitas vezes precoce da vida sexual tem sido fortemente associado ao risco de infecções sexualmente transmissíveis. A falta de informação e a predisposição biológica são considerados os principais fatores que levam um adolescente a contrair uma IST.

Sexo Desprotegido na Adolescência

O que tornas os adolescentes um grupo vulnerável para infecções relacionadas ao sexo:

  • Sensação de invencibilidade;
  • Necessidade de auto-afirmação;
  • Problemas de auto-estima;
  • Imprudência.

Isso acaba tendo um impacto na saúde global, pois é justamente neste período que os jovens começam a adotar comportamentos e estilos de vida que levam a vários problemas de saúde como:

O Bem-Estar dos Adolescentes

A revista The Lanced publicou um relatório sobre o bem-estar e saúde dos adolescentes em maio de 2016.

Os autores desse relatório concluíram que um dos fatores que mais influencia nessa época da vida para doenças futuras é a prática de sexo desprotegido, sem preservativo. As principais estratégias para mudanças:

  • Ampliação de estudos de qualidade para todos
  • Acesso ao sistema de saúde.

Cada ano de estudo acima de 12 de idade está relacionado a diminuição de gravidez na adolescência e a menor risco de morte para ambos os gêneros.

Maiores recursos financeiros e humanos devem ser direcionados a este problema.

É um investimento a longo prazo mas é a forma mais inteligente e sólida de garantir uma qualidade de vida melhor para as gerações futuras.

Comportamento Sexual em Adolescentes Brasileiros

No caso dos adolescente brasileiros, é comum que a vida sexual se inicie antes dos 15 anos. Isso explica uma crescente nos números de relações desprotegidas, infecções por ISTts, gravidez indesejada e troca rápida de parceiros ao longo da vida.

Além do HIV, infecções por clamídia, sífilis e HPV tem preocupado os órgãos responsáveis pela saúde no país. O comportamento sexual de risco em jovens pode estar diretamente associado a outros comportamentos como o uso de álcool e drogas lícitas e ilícitas.

Como Prevenir uma IST

A prevenção mais eficaz contra infecções sexualmente transmissíveis continua sendo o uso de preservativos em todas as relações sexuais (orais, anais ou vaginais). Para algumas infecções, também é possível realizar a imunização por meio de vacinas específicas em conjunto com a relação protegida.

Muitas infecções são leves e podem ser tratadas a partir de antibióticos, já outras podem evoluir de forma grave e ocasionar outras enfermidades, como o casa do HIV e AIDS. Manter-se seguro é a forma mais eficaz de afastar problemas na sua vida sexual.

Em casos de qualquer dúvida, deve-se buscar auxílio médico profissional, ele te explicará detalhadamente todos os riscos que envolvem uma relação sexual desprotegida, assim você estará mais preparado e poderá curtir tranquilamente seus momentos de prazer.

Referências:

Artigo Publicado em: 11 de jul de 2016 e Atualizado em 01 de dezembro de 2020


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Dra. Keilla Freitas
CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.


https://www.drakeillafreitas.com.br/quem-somos/

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