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Novo Coronavírus e Transporte Público – Como se Proteger

Infectologista - Novo Coronavírus e Transporte Público – Como se Proteger
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Novo Coronavírus e Transporte Público – Como se Proteger – No Brasil, transporte público é sinônimo de aglomeração, e em tempos de COVID-19 esse conglomerado de gente deve ser evitado ao máximo. Com a volta das atividades, muitas pessoas dependem desse tipo de transporte para chegar aos seus destinos arriscando assim suas vidas e a vida dos seus familiares.

Novo Coronavírus e Transporte Público – Como se Proteger

Mas será que é possível utilizar esses serviços sem comprometer a saúde? Continue a leitura deste artigo e saiba mais sobre como se proteger da infecção pelo novo coronavírus estando em transportes públicos.

Covid-19

Com mais de dois milhões e quinhentos mil casos no país, a covid-19 tem sido a principal manchete nos noticiários desde os primeiros meses de 2020. Classificada como uma doença respiratória, o novo coronavírus pode ser transmitido por meio de gotículas de saliva contaminada expelidas pela tosse ou espirros.

Sua infecção pode causar sintomas semelhantes ao de uma gripe como febre, tosse, cansaço e dores de cabeça. Em casos mais graves, o paciente apresenta dificuldades para respirar, dores ou pressão na região do peito e perda de movimentos ou fala.

Como se Proteger Utilizando o Transporte Público

Se a utilização do transporte público for essencial para a sua locomoção, saiba que alguns cuidados simples podem garantir a sua proteção. Primeiramente, antes de entrar ou sair de um trem, ônibus ou metrô higienize bem suas mão com álcool em gel.

Se possível, busque horários alternativos para o embarque, evitando aglomerações. O uso da máscara também deve ser indispensável. Tente manter o máximo de distância possível entre os outros passageiros e evite o contato direto das mãos com as superfícies dos transportes, caso haja contato, passe álcool em gel imediatamente e evite levar as mãos aos olhos, boca e nariz.

O que Fazer Depois de Sair do Transporte Público

Uma dúvida recorrente entre aquelas pessoas que estão utilizando os transportes públicos em tempo de pandemia, é a respeito da troca de roupas ao chegar nos seus devidos destinos.

Se você pegar um transporte cheio, com aglomeração de pessoas, sua roupa pode conter o agente transmissor da COVID-19. Por isso, é aconselhado que você se troque imediatamente após chegar em casa e coloque sua roupa para levar separada das demais. Assim, você diminui a rede de contágio do vírus e protege sua família.

Transporte por Aplicativo – Novo Coronavírus e Transporte Público

Se você tiver a opção de escolha entre o transporte público e o transporte por aplicativo, opte por aquele que te trará menor risco de exposição ao novo coronavírus. Carros de aplicativos podem ser uma ótima opção para fugir da aglomeração presente em transportes como ônibus, trens e metrô.

Ao recorrer a este tipo de serviço, também é necessário tomar alguns cuidados, como sempre fazer o uso de máscaras, levar seu próprio álcool em gel, pedir ao motorista que deixe os vidro abertos para aumentar a circulação do ar, evitar o contato desnecessário das mãos nas partes comuns do carro assim como levá-las ao rosto.

Seguindo essas recomendações, você diminui os riscos de ser infectado e infectar outras pessoas com novo coronavírus. Para mais informações sobre COVID-19, acesse nossa área especial *Novo Coronavírus*.

Referência: Journal of transport & health


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Dra. Keilla Freitas
CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.


https://www.drakeillafreitas.com.br/quem-somos/

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