Você está aqui
Home > Herpes Zoster > Herpes Zoster em Idosos – Por que é mais Frequente nesta Faixa Etária?

Herpes Zoster em Idosos – Por que é mais Frequente nesta Faixa Etária?

Infectologista - Herpes Zoster em Idosos – Por que é mais Frequente nesta Faixa Etária?
Compartilhe

Herpes Zoster em Idosos – Por que é mais Frequente nesta Faixa Etária? – Você tem mais de 50 anos e notou o aparecimento de dor em faixa em um lado do corpo seguidas de pequenas bolhas em lugares costas, tórax ou abdômen? Fique atento, esse sinais são os mais comuns quando falamos de herpes zoster.

Continue a leitura deste artigo e saiba mais sobre como essa infecção age e quais os métodos utilizados para tratá-la.

A Herpes Zoster

Conhecida popularmente como cobreiro, a herpes zoster é uma doença infecciosa provocada pela reativação do vírus varicela-zóster, o mesmo responsável pelo desenvolvimento da chamada catapora.

Enquanto a primeira infecção se manifesta ainda nos primeiros anos de vida, a reativação do vírus aparece geralmente em pessoas mais maduras, por volta dos 50 anos. Por isso, a doença é mais comumente vista em pessoas idosas.

Principais Sintomas – Herpes Zoster

Herpes Zoster em Idosos - Por que é mais Frequente nesta Faixa Etária?

Apesar do sinal mais evidente ser a formação de Pequenas Erupções na Pele, é preciso se atentar a mais detalhes antes de suspeitas da doença.

Outros sintomas típicos desse tipo de infecção é a dor ou sensibilidade que aparece em faixa em apenas um lado do corpo, a dor pode aparecer antes das bolhas, confundindo-se facilmente com dor muscular ou até mesmo dor de coluna dependendo da área afetada. as bolhas também aparecem em faixa afetando apenas um lado do corpo.

Ademais, as lesões dérmicas costumam ter uma progressão maior entre o 7º e 10º dia, melhorando após aproximadamente duas semanas. Em alguns casos, é possível que as erupções deixem marcas na pele, assim como a catapora.

Causas da Herpes Zoster em idosos

O principal fator desencadeante para a reativação do vírus da varicela-zoster é a baixa imunidade típica em pessoas com mais idade. Além desta causa, também podemos citar:

  • Portadores de HIV;
    • Uso de medicamentos que auxiliam na queda da imunidade do organismo;
  • Tratamentos para doenças autoimunes á base de imunossupressores;
    • Pessoas com câncer.

Diagnosticando

Quando está na fase inicial de incubação, ou seja, aquela que precede as bolhas e rubor da pele, as pessoas de mais idade podem se queixar de mal-estar; sensibilidade à luz, febre e dores de cabeça. Na fase de manifestação, o paciente se queixa de sensação de “agulhadas” nas lesões que afetam a pele, além de queimação e coceira.

É baseado nesse histórico de queixas que o médico irá diagnosticar – ou não – a herpes zoster.

Para ter certeza, o especialista poderá solicitar alguns exames clínicos e a raspagem da área afetada para uma análise laboratorial.

Tratamento

Apesar de ainda não existir uma cura completa, alguns tratamentos podem controlar as erupções e amenizar os outros sintomas da infecção, entre os mais comuns estão:

  • Antivirais para reduzir a intensidade e
  • Duração das Erupções;
    • Analgésicos Específicos

Complicações que Podem Aparecer

Assim como a maioria das condições que afetam idosos, a herpes zoster também pode desenvolver algum tipo de complicação. A mais comum em idades avançadas é o surgimento da chamada neuralgia pós-herpética (NPH).

Caracterizada por uma dor intensa que perdura por meses ou anos, a NPH é capaz de impactar negativamente a qualidade de vida das pessoas que a portam. Além disso, as marcas deixadas pela herpes zoster podem levar o paciente ao isolamento social, queda da autoestima, depressão, e em casos mais severos, ao óbito.

Ao menor sinal da infecção, busque auxílio médico. O Médico Infectologista é o mais indicado.

Apenas um especialista é capaz de avaliar a gravidade e receitar a melhor combinação de tratamentos para cada caso. Herpes Zoster em Idosos – Por que é mais Frequente nesta Faixa Etária?


Compartilhe
Dra. Keilla Freitas
CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.


https://www.drakeillafreitas.com.br/quem-somos/

Deixe uma resposta

Top