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Novo Caso de Cura do HIV – Saiba Mais

Novo Caso de Cura do HIV
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Novo Caso de Cura do HIV. O vírus da imunodeficiência humana atinge mundialmente mais de 38 milhões de pessoas. Apesar de ainda não ter um cura definida, alguns casos onde pacientes supostamente tenham se curado da condição estão circulando pelos noticiários.

O último caso foi anunciado no dia 15 de fevereiro de 2022 onde pesquisadores norte-americanos afirmam o primeiro caso de cura em paciente do sexo feminino. Continue a leitura deste artigo e saiba mais sobre o assunto.

O HIV

Conhecido popularmente como HIV, o vírus da imunodeficiência humana ataca diretamente o sistema imunológico da pessoa afetada, provocando assim, diversas alterações em sua saúde. Quando não tratada adequadamente, a condição pode evoluir para quadros de AIDS.

A principal forma de contrair o vírus do HIV é por meio de relações sexuais desprotegidas, independente de ter um parceiro ou uma parceira. Além disso, outra forma de se contaminar é pelo contato direto com sangue infectado a partir do reaproveitamento de agulhas ou outros objetos perfurantes.

Também existe a possibilidade de uma transmissão vertical do HIV, ou seja, a mãe pode passar a doença para o bebê durante a gestação, parto ou amamentação.

A Cura do HIV

Após mais de 40 anos estudando formas de curar ou ao menos frear os estragos do HIV no organismo, pesquisadores de diversos países não acharam uma cura concreta para a condição. No entanto, acreditam que essa descoberta está cada vez mais próxima de acontecer.

Em 15 de fevereiro de 2022, pesquisadores americanos divulgaram que uma paciente do sexo feminino seria a terceira pessoa a ser curada do HIV a partir do transplante de células tronco retiradas do sangue de um cordão umbilical.

Antes dela, dois pacientes do sexo masculino também apresentaram o mesmo resultado depois de receberem doações de medula óssea de pessoas que carregavam uma mutação genética capaz de bloquear a ação do HIV no organismo.

Novo Caso de Cura do HIV – Transplante de Medula Óssea

O transplante de medula óssea, ou TMO, é um procedimento invasivo que é muito comum em pessoas que têm doenças relacionadas ao sangue, como linfoma e leucemia. Este foi o principal motivo para que a Estadunidense de 64 anos realizasse o procedimento.

Além de viver com o HIV, a paciente apresentava quadros de leucemia mieloide aguda, isso fez com que ela viesse a receber o transplante de células-tronco, encontradas em medula e no sangue de cordões umbilicais. Pesquisadores afirmam que ela ficou livre do vírus do HIV por 14 meses após a interrupção do tratamento com medicação antirretroviral.

Os médicos responsáveis pelo transplante das células-tronco relatam que a mulher recebeu a doação de uma pessoa que possuía mutações genéticas bloqueadoras contra o HIV.

O Tratamento

Apesar dos avanços da ciência, a melhor maneira de tratar o HIV ainda é utilizando os métodos de PeP e PrEP. O uso regular de medicamentos antirretrovirais garante que o paciente tenha maior qualidade de vida, retardando os efeitos do vírus no organismo e evitando que a doença chegue ao estado de AIDS.

Manter consultas regulares com seu médico infectologista também é essencial caso você tenha a doença ou apresente comportamentos de risco, onde a infecção viral pode ser pega com mais facilidade. Para mais informações sobre o tratamento do e os outros casos em que foi alcançada a cura do HIV, clique aqui.

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Dra. Keilla Freitas
CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.


https://www.drakeillafreitas.com.br/quem-somos/

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