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Preservativo Feminino pode ser Usado entre Homens?

Preservativo Feminino Pode Ser Usado Entre Homens
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Apesar de ser chamado de preservativo feminino, o preservativo interno é utilizado através de uma introdução, que comumente ocorre na cavidade vaginal, mas também pode ser feita na cavidade retal.

Portanto o preservativo interno, vulgarmente chamado de preservativo feminino, pode ser usado tanto na relação sexual pênis-vagina, como na relação sexual pênis-ânus. Isso significa que ele pode ser usado tanto em mulheres quanto em homens.

Já o preservativo “masculino”, é o preservativo que vai ser usado pelos homens, de modo a ser utilizado no pênis ereto. É considerado um preservativo externo, já que não deve ser introduzido.

Semelhanças e Diferenças dos Preservativos Interno e Externo

Enquanto o preservativo externo é feito de látex, o externo é feito com material de nitrilo ou poliuretano. Portanto, serve como opção alternativa para os casais que sofrem com alergia ao látex.

Ao contrário do preservativo externo, o preservativo “feminino” pode ser introduzido até 8 horas antes da relação sexual, e pode ser utilizado com qualquer lubrificante (mesmo embora já venha lubrificado).

Nenhum dos dois preservativos pode ser reutilizado, e também não se deve utilizar os preservativos externo e interno simultaneamente, visto que o atrito pode fazer com que elas rompam.

Ambos os preservativos são considerados métodos contraceptivos de barreira.

Embora seja menos popular que o preservativo “masculino”, o preservativo interno cobre até a área externa da cavidade vaginal ou anal, sendo mais eficaz para proteger o indivíduo contra o HIV, a AIDS, hepatites virais, ou outras IST’s, além de seu uso anticoncepcional.

O preservativo “feminino” tem um preço mais elevado, e uma demanda menor no mercado, visto que não é tão popular. Pode ser encontrada em farmácias, e é distribuída gratuitamente pelo governo em postos de saúde.

É importante atentar-se sempre à data de validade do preservativo, e certificar-se que a embalagem não esteja danificada, para garantir a eficácia do preservativo, seja ele interno ou externo.


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CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.

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