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Especial Febre Amarela: Como Definir as Áreas de Risco que serão Vacinadas Primeiro

Áreas de Risco Febre Amarela
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Áreas de risco são locais onde ocorre a confirmação da circulação do vírus ou em suas proximidades. Definimos se uma região é de risco pelo registro de epizootias, infecção em humanos, vetores ou macacos sentinela.

Como Definir as Áreas de Risco

Quando uma área não considerada previamente de risco passa a ser, a primeira providência a ser feita é uma vacinação emergencial de contenção.

Esta ação é feita, vacinado-se todas as pessoas suscetíveis e que não possuem contra indicação absoluta à vacina, que moram ou visitam uma área entre o local do caso confirmado até um raio de pelo menos 50 km de distância do mesmo.

Essa medida é fundamental para que o vírus não se espalhe e deve ser feita o mais rápido possível. Assista a este vídeo e saiba mais sobre este procedimento.

 

Recomenda-se a Vacinação para:

  • Todos aqueles que nunca se vacinaram
  • Quem não possui contraindicações à vacina
  • Quem mora ou visita áreas de risco

Área de risco

Áreas de risco são locais onde ocorre a confirmação da circulação do vírus ou em suas proximidades

Definimos se uma região é de risco pelo registro de epizootias, infecção em humanos, vetores ou  macacos sentinela.

Áreas de risco permanente

Existem áreas onde existe sempre o risco de circulação do vírus da Febre Amarela.

Qualquer pessoa não vacinada que mora ou visita estas áreas deve se vacinar caso não possua nenhuma contra indicação à vacina.

– Área de risco no Brasil

– América do Sul

– Estados Unidos

– Áreas de risco na África

Quando uma área não considerada previamente de risco passa a ser, a primeira providência a ser feita é uma vacinação emergencial de contenção.

Esta ação é feita vacinado-se todas as pessoas suscetíveis e que não possuem contra indicação absoluta à vacina, que moram ou visitam uma área entre o local do caso confirmado até um raio de pelo menos 50 km de distância do mesmo.

Essa medida é fundamental para que o vírus não se espalhe e deve ser feita o mais rápido possível.

Daí a importância de se priorizar as áreas que estão em risco.


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CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.

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