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Vacina contra o HIV: pesquisas avançam

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Caminhos para o desenvolvimento de vacinas contra o HIV

Na última terça-feira, 02 de fevereiro de 2016, foram publicados no Annals of Internal Medicine, promissores resultados de um estudo dos pesquisadores de Harvard sobre o desenvolvimento de uma vacina contra o HIV.

No novo estudo, os cientistas usaram com sucesso o vírus da gripe como um meio de transporte para desenvolver uma vacina experimental contra o HIV própria para o organismo dos seres humanos.

Foram utilizados 2 tipos de vírus da gripe: adenovírus 26 e adenovírus 35. Eles são raros e a maioria dos seres humanos não desenvolve imunidade a eles.

Foram recrutadas 217 pessoas não infectadas pelo HIV que vivem em Boston ou partes da África. Elas foram injetadas com vacina real ou placebo (vacina “de mentira” que não possui a substância testada).

“Apesar dessa boa notícia, a ansiedade deve ser controlada. A abordagem parece ser segura e bem tolerada e induz uma resposta imune moderada contra o HIV em humanos. Mas ainda não sabemos sua real eficácia, tempo de duração, nem custo. Além disso, a vacina ideal contra o HIV ainda não foi desenvolvida. Contudo, este tipo de estratégia para desenvolver vacinas próprias para o organismo humano pode também ser usada em outras vacinas como a do ebola”, explica a infectologista Keilla Freitas, CRM-SP 161.392.

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CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.

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