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Pessoa vacinada contra a hepatite B pode se infectar ?

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Pessoa vacinada contra a hepatite B pode se infectar ?

A vacina contra a hepatite B faz parte do calendário nacional de vacinação do Brasil já há alguns anos.

Uma pessoa vacinada contra a hepatite B pode se infectar nas seguintes situações:

 A pessoa já estava infectada pela hepatite B quando se vacinou.

Muitas vezes, a pessoa se infecta pela hepatite B e não apresenta sintomas.

Muitas vezes não se pede exames para exclusão do diagnóstico antes de se indicar a vacina e neste contexto, a vacina já não tem mais efeito.

Não houve resposta vacinal

Algumas pessoas precisam de doses adicionais da vacina para ficar protegidas.

Não é usual a confirmação da resposta vacinal após o término do esquema.

Geralmente isso é feito principalmente em profissionais ias da área da saúde.

A pessoa pode estar desprotegida, mesmo tendo tomada as 3 doses da vacina.

O que fazer quando não há resposta vacinal

A 2ª dose deve ser administrada 2 ou 4 semanas após a primeira dose.

A partir da 2ª dose já existe resposta, mas para uma proteção em longo prazo, uma 3ª dose deve ser feita a partir dos 6 meses após a 1ª.

Quando não há resposta vacinal, a pessoa deve receber novamente as 3 doses.

Em caso de imunodepressão, o segundo esquema deve ser preferencialmente dobrado.

Dose de reforço

É natural que, após algum tempo, os níveis de anticorpos protetores (anti HBs) diminuem.

Para a população geral a dose de reforço após a negativação dos valores de Anti-HBs é discutível.

Mas em alguns casos, a vigilância dos valores dos anticorpos protetores e a dose de reforço está recomendada:

  • Pessoas com maior risco de exposição como os profissionais da saúde e profissionais do sexo;
  • Pessoas com imunidade baixa.

 

 

Pessoa vacinada contra a hepatite B pode se infectar

CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.

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