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Tratamento do HIV: Diretrizes internacionais

Tratamento do HIV: Diretrizes internacionais

O Conselho Executivo do Grupo de Trabalho sobre Pesquisa em AIDS (OARAC) do Departamento de Saúde e Serviços Humanos – DHHS dos Estados Unidos emitiu, no dia 26 de janeiro, uma nova diretriz sobre o tratamento do HIV em adultos e adolescentes.

Este grupo de pesquisa é de grande peso para a comunidade científica.

Essa diretriz é feita a partir de uma ampla e atualizada revisão bibliográfica,

Ela orienta a conduta dos infectologistas em todo o mundo.

Com base nas conclusões dos estudos START e TREMPRANO, a diretriz aumenta a força e o grau de evidência para a indicação do início precoce do tratamento com os Antirretrovirais (ARVs) para todos os pacientes infectados pelo HIV independente de seu número de linfócitos CD4.

Na diretriz anterior, os pacientes com infecção aguda deveriam ter o tratamento com os ARVs apenas oferecido, não indicado.

Agora, o tratamento deve ser indicado inclusive aos pacientes com infecções comprovadamente precoce.

Os estudos mostram que:
  • O início precoce do tratamento com ARVs, independente da contagem de CD4.

Reduz a morbidade e a mortalidade associada à infecção pelo HIV;

  • O tratamento com ARVs diminui a transmissão do vírus;
  • Em casos específicos onde fatores clínicos ou psicossociais podem afetar a adesão ao tratamento, o mesmo pode ser adiado, mas deve ser iniciado assim que possível.

O documento enfatiza ainda a complexidade do tratamento do HIV, mesmo em condições de boa imunidade, e deixa claro que melhores resultados são alcançados quando o acompanhamento do paciente é realizado por um médico especialista.

Veja o documento na íntegra em:

CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.

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