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Sífilis Coça? – Saiba Mais

Sífilis Coça?
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Sífilis Coça? A Sífilis é uma Doença com Vários Estágios. Sua evolução, quando não tratada, consiste em várias fases sintomáticas, entremeadas de fases assintomáticas. Sua transmissão se dá principalmente pela via sexual (IST), mas também pode ocorrer por transfusão de sangue ou de mãe para o filho em caso de infecção em gestantes. Neste vídeo, saiba mais informações sobre esta infecção sexualmente transmissível.

Sífilis Coça?

Geralmente, a lesão causada pela Sífilis Primária é única; não dói: a não ser que tenha uma outra infecção local associada; não coça; não arde e não tem pus. No entanto, existem outras fases, em que pode haver o aparecimento de outros sintomas. Saiba mais, assistindo a este vídeo:

E veja também mais informações sobre a sífilis:

bactéria causadora da sífilis se chama Treponema pallidum. Quando o material contaminado pelo treponema (fluidos sexuais, sangue, lesões cutâneas ricas em treponema) entra em contato direto com o corpo humano, a bactéria entra no organismo penetrando pela mucosa (região genital, anal ou oral) ou pelo  tecido celular subcutâneo, através de microlesões na pele.

Sífilis Primária

Entre  10 a 90 dias após o contágio, surge uma úlcera na região por onde a bactéria penetrou.

Fase latente precoce

Logo após a fase primária, a pessoa fica totalmente assintomática, mas segue transmitindo a doença.

Fase Secundária

De 6 semanas a 6 meses após o aparecimento da lesão primária, cerca de 25% das pessoas não tratada desenvolvem sintomas de fase secundária da sífilis que pode ser vários.

Sífilis Latente Tardia

É o período em que a pessoa infectada se mantém sem sintomas logo após a fase secundária, ou mesmo naqueles que não apresentaram sintomas, possuem mais de 1 ano de infecção.

Sífilis Terciária

Aproximadamente de 25 a 40% das pessoas infectadas pela sífilis e não tratadas, desenvolverão alguma complicação proveniente da sífilis terciária isso geralmente ocorre de 1 a 30 anos após a infecção.

 


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CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.

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