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Existe Grupo de Risco para Pegar HIV?

Grupo de Risco para Pegar HIV

NÃO EXISTE GRUPO DE RISCO PARA PEGAR HIV. EXISTE, SIM, ESTILO DE VIDA DE RISCO.

É fato que, ao analisarmos os novos casos de HIV ao longo dos anos, alguns grupos de destacam, mas isso não tem relação com o grupo em sí, e com o estilo de vida que algumas pessoas naquele grupo podem levar.

Grupo de Risco para Pegar HIV

Conversar sobre ” grupos de risco” é muito importante para o estabelecimento de campanhas e medidas de prevenção, especialmente em nível governamental, mas isso pode ter um efeito muito prejudicial, que é o pré-conceito da sociedade com relação a estes grupos, ou a falsa sensação de segurança para aqueles que não se consiedram parte dos mesmos.

Assista a este vídeo e saiba mais.

Pessoas vivendo com HIV, com Carga Viral persistentemente suprimida, são incapazes de transmitir o vírus por relação sexual, mesmo sem preservativo.

Essa conclusão tem como base todo o conhecimento científico acumulado desde os anos 2.000

Diminuição do número de casos novos de infecção pelo HIV:

Nos Estados Unidos, o número de novos casos de HIV entre homens gays vinha aumentado a cada ano.

Mas entre 2010 e 2014 houve diminuição do número de novos casos entre os homens gays ou bissexuais brancos.

Entre homens gays afrodescendentes, este número se manteve estável neste mesmo período.

Fato: não existe grupo de risco para HIV. O que existe é estilo de vida de risco.

Contudo, homens que fazem sexo com homens (HSH) representam 2% de toda a população dos Estados Unidos.

Mas ainda em 2015, 70% das pessoas vivendo om HIV eram HSH, incluindo os 3% de soro HIV-positivos que eram usuários de drogas injetáveis.

Esses dados não possuem relação com a orientação sexual e sim com o tipo e frequência das exposições ao risco.

Cada tipo de exposição sexual possui diferente risco de transmissão.

Os principais fatores de prevenção de novas transmissões são:

  • Diagnóstico precoce
  • Início precoce do tratamento
  • Boa adesão ao tratamento
  • Supressão viral sustentada
  • Uso de PrEP em relações com pessoas de sorologias desconhecidas para HIV sabidamente HIV positivas sem imunossupressão viral.
CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.

22 thoughts on “Existe Grupo de Risco para Pegar HIV?

  1. Dra fiz sexo oral em um rapaz e ele ejaculou em minha boca… 30 dias depois tive varios sintomas, pedi para ele fazer o teste no cta e ele fez com 75 dias apos o sexo oral e deu tudo negativo, hiv sifilis hepatite b e c, mas nao tranquila eu fui ate o laboratorio passados 88 dias do sexo oral e fiz um teste de hiv 4 geração o qual deu negativo tb… posso encerrar o caso?

      1. entao Dra… mesmo ja tendo esses dois resultados negativos, o dele do cta com 75 e o meu de 4 geraçao com 88 dias, pedi para ele repetir os testes no cta novamente, e ele fez com 109 dias e deu negativo novamente e depois com 120 dias no laboratorio mas era de terceira geração tb o teste, mas tb deu negativo… acredito q tudo isso encerra mesmo o caso né… o q me incomoda é minha sinusite que nao sara, mas sinusite eu sempre tive, mas acredito que deva ser tudo reflexo do medo e da ansiedade.

  2. Dra, os fatos no dia 19/03/18:
    1) garota de programa fez sexo oral em mim sem proteção (não sei se teve líquido pré-seminal), mas não houve ejaculação;
    2) chupei seus seios;
    3) penetrei com o dedo médio e a vagina dela estava molhada (dois dias antes, (17) bati o mesmo dedo na porta e abaixo da unha ficou até uma manchinha escura de sangue. Em dois dias é possível que não tenha havido total cicatrização e tenha havido contato?)
    Por misericórdia, me ajude!
    (continua na próxima mensagem!)

  3. CONTINUAÇÃO
    Depois desses fatos do dia 19/03 às 18h40, eu comecei a tomar o PEP (fumarato de tenofovir, desoproxila + lamivudina e dolutegravir) às 14 horas do dia 22/03, ou seja, faltando 4 horas para completar as 72 horas (por volta de 68 horas)
    Hoje, dia 31, (12 dias após os fatos) acordei com uma afta na boca
    Estou desesperado achando que o PEP não funcionou e estou contaminado!
    Essa afta é um indicativo claro que eu estou contaminado?
    Agradeço a Deus pelo seu trabalho tão importante!

    1. Bom dia. Receber sexo oral e contato de material potencialmente contaminado com a pele íntegra, não é situação de risco. Para entender melhor, sugiro a leitura deste artigo: https://www.drakeillafreitas.com.br/risco-de-transmissao-do-hiv-de-acordo-a-exposicao/
      Em relação ao PEP, é eficiente na maioria das vezes, desde que tomado de maneira correta. Como você mesmo sabe, somente está indicado o seu início com no máximo 72h. Quanto mais cedo seu início, mais eficiente. Sugiro que não interrompa o tratamento e faça seu acompanhamento com um médico infectologista de sua confiança.

  4. Eu fiz sexo esse ano com dois rapazes. O primeiro fiz oral nele sem camisinha e ele encostou a ponta do pênis no meu ânus sem camisinha. Mas não introduziu porque eu pedi para parar e colocar a camisinha. O segundo rapaz fizemos sexo com camisinha, duas vezes, menos o oral que foi sem, na segunda vez a camisinha estourou, no meio da relação, sem ejaculação. Quais as chances deles terem me passado hiv?

    1. Bom dia. Para a primeira situação, há risco caso tenha liquido pré ejaculatório e este tenha entrado em contato com alguma mucosa. Já para a segunda, já é considerado risco sim, mesmo não tendo ejaculação no momento. Para entender melhor, sugiro a leitura deste artigo: https://www.drakeillafreitas.com.br/risco-de-transmissao-do-hiv-de-acordo-a-exposicao/
      Uma vez que houve exposição ao risco de se infectar você deve procurar um médico infectologista de sua confiança para te avaliar pessoalmente e solicitar todos os exames cabíveis, independente de ter sintomas ou não.

  5. Continuação do anterior. Com o segunda rapaz fiz teste no cta e deu negativo para hiv, sífilis e helatite c, no entanto ele tem hepatitbe b. Fiquei desesperada. Fui para um centro próximo da minha casa e estou fazendo acompanhamento. Só que não fazem o da hepatite b pq tomei vacina com 17 anos e com 26 anos, as três doses da vacina. Pedi exame de hepatite b para ver se a vacina fez a soroconversao. Ainda estou esperando o resultado do teste. Quais as chances dessa vacina não me proteger?

  6. Tive relações com a minha namorada nesse domingo ( dia primeiro),vacinal, oral e anal, sendo esse último somente esfregando, estou preocupado, com quanto tempo devo fazer o exame para saber se estou ou não com o vírus?

  7. Tive na sexta feira às 19h20 uma relação de risco… onde um ex namorado meu fez sexo oral em mim sem camisinha. Eu só beijei ele e ele fez sexo oral em mim… foi no calor do momento.
    Perguntei a ele depois se ele tinha alguma ferida na boca, alguma afta ou alguma gengivite e ele disse que não tinha. (Continua a baixo)

  8. Não teve nenhuma mordida, meu pênis não estava ferido e eu não notei e nem senti nenhum sangramento da parte dele (a boca dele só estava um pouco seca).
    Perguntei se ele tinha alguma dst e ele me assegurou q não tinha hiv e nem as outras… Até pedi para ele me mandar fotos dos exames (estava com muitaa neura) ai ele me passou um… Só que era so de sifilis (que deu não reagente, pq os outros ele não tinha ali para me mostrar).

  9. Mas mesmo assim ele disse que faz esses exames com regularidade e que não tem nenhuma dessas doenças e que só fez sexo comigo depois q terminou o relscionamento dele. Fiquei muito preocupado com o risco de pegar hiv e fui no CTA para fazer o teste rapido… e deu não reagente para as 4 doenças la.
    A senhora acha necessário eu tomar o PEP?? Ou é só neura minha e eu devo tomar mais cuidado com essas coisas???

  10. Pq eu fui no CTA e falei com as psicóloga,farmacêutica e psicopedagoga e todas disseram q as chnaces q eu tenho de pegar hiv são quase nulas ou nenhuma chance. Para além disso eu fui pesquisar na internet e ler alguns artigos sobre o tema… e tem algums especialistas dos EUA por exemplo que dizem q a transmissão de hiv é quase inexistente no sexo oral.

  11. E tbm vi um quadro de risco de infecção que diz q o sexo oral para quem somente recebeu (no meu caso) é um dos menos perigosos… Para além disso falei com um tio meu que é cirurgião de aparelho digestivo e ele disse que não havia necessidade e só tenho q tomar mais cuidsdo daqui para frente.

  12. O que ei faço tomo a PEP??
    Para alem disso… falei com uma infectologista que possui vasta experiência e doutorado e mestrado pela usp e ela disse o seguinte –> Pede para ele fazer o teste rápido ou mandar fotos dos exames para vc. Quem não teme, não esconde.

  13. Ai eu comecei a usar a PEP 89h32 min do ocorrido e já estou tomando a 2 dias… será que paro a utilização??? Será que é só neura e o que eu preciso é de um psicólogo??? Muitas dúvidas

    1. Todos os estudos mostram que se a pessoa começar o PEP após 72h da exposição, o benefício é exatamente o mesmo de não fazer PEP. A pessoa estará tão protegido quanto se não estivesse fazendo PEP, por isso que a gente não indica PEP depois de 72h da exposição.

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