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Como Contar que Tenho HIV ao Meu Parceiro?

Como Contar que Tenho HIV
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Como Contar que Tenho HIV? Para quem é soropositivo, sempre há uma ansiedade quando o encontro vai chegando ao fim, por tentar encontrar a melhor maneira de se contar à outra pessoa que ela está diante de alguém que vive com HIV. Esta é uma posição desconfortável, principalmente pelo medo de ser rejeitado ou julgado.

Como Contar que Tenho HIV ao Meu Parceiro?

Assista a este vídeo e saiba mais sobre como passar por esta situação.

Infecção pelo HIV

Qualquer pessoas, independente do estilo de vida, pode acabar de algum modo se expondo ao risco de se infectar pelo HIV.

Quando isso ocorre, é importante fazer uma avaliação médica o mais rápido possível.

O médico avaliará:

Ao se expor ao risco de contrair HIV, existe uma série de procedimentos que devem ser tomados pelo médico infectologista, para diagnosticar e até mesmo evitar que ocorra esta infecção.

O Medo do HIV pode atrasar o diagnóstico

A pior coisa que pode acontecer para alguém com o vírus HIV é não saber o diagnóstico.

Avanços que a medicina moderna alcançou com relação ao HIV:

Objetivos do tratamento do HIV:

  • Supressão viral ou Carga Viral Indetectável ou não detectável (CV ND) por mais tempo
  • Restaurar e preservar a função imunológica
  • Melhor qualidade de vida
  • Maior expectativa de vida
  • Prevenção de transmissão do HIV em situações de contato com o sangue infectado
  • Prevenção da transmissão sexual do vírus (Carga viral menor no sangue causa carga viral menor nos fluidos sexuais)
  • Prevenção de transmissão vertical (especialmente se carga viral abaixo de 50 cópias/ml)

 


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CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.

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