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Longevidade dos pacientes com HIV aumentou

longevidade dos pacientes portadores de HIV
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Longevidade dos pacientes portadores de HIV aumentou.

Os pacientes com HIV estão vivendo mais. Sua longevidade aumentou.

Em 2013, havia 53.000 portadores do  HIV com mais de 65 anos de idade.

Estima-se que este número dobre nos próximos 10 anos.

Isso se deve ao desenvolvimento da Terapia Antirretroviral – TARV, que mudou a vida do portador do vírus.

O poder dos antirretrovirais é tanto que um jovem adulto que é infectado hoje e é diagnosticado cedo, antes do desenvolvimento da doença e começa o tratamento desde o diagnóstico,  tem uma expectativa de vida próxima à população HIV negativa.

O que antes era uma doença de baixa imunidade hoje é uma doença crônica.

Nossa maior preocupação agora não é sobre a expectativa de vida, é sobre qualidade de vida.

Com a maior longevidade dos pacientes portadores de HIV, novos desafios aparecem:

  • Doenças cardiovasculares como Infarto do coração,
  • Doenças do colesterol, 
  • Diabetes,
  • Osteoporose,
  • Perda de massa muscular
  • Enfraquecimento ósseo com aumento com do risco de fraturas
  • Demência.

O que o portador de HIV deve fazer para aumentar sua longevidade:

Diagnóstico precoce do HIV

Para isso não se por esperar ter qualquer sintoma da infecção.

O ideal é fazer um teste específico para disgnóstico de HIV todos os anos, juntos com o exames de rotina.

Começar a tratar o Vírus antes do desenvolvimento da AIDS

Isso é muito importante porque o vírus do HIV não ataca apenas as células da imunidade.

Enquanto ele está circulando no sangue, causa um estado inflamatório crônico

Alimentação saudável;
  • Alimentação rica em proteínas
  • Redução da gordura, carboidrato e açucares simples
  • Consumo de fibras
  • Muitas hidratação
Prática regular de atividade física.

Que deve ser diária ou pelo menos, na maioria dos dias da semana

Dividida entre atividades cardio-respiratórias e de musculação (para saber mais detalhes veja aqui)

Fonte:


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CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.

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