Você está aqui
Home > Coronavírus > Pode Ter uma Segunda Onda de Coronavírus?

Pode Ter uma Segunda Onda de Coronavírus?

Infectologista - Pode Ter uma Segunda Onda de Coronavírus?
Compartilhe

Segunda Onda de Coronavírus. Meses após os primeiros casos de Covid-19, algumas regiões do mundo seguem cumprindo algumas regras que evitam a proliferação do vírus. No entanto, algumas localidades já voltaram às atividades normais do dia-a-dia.

Esse relaxamento em relação à proteção da população tanto pelo governo quanto por elas mesmas, aumentam as chances de uma segunda onda da doença. Continue a leitura deste artigo e saiba mais sobre essa possível volta das altas taxas de pacientes acometidos pelo novo coronavírus.

Segunda Onda de Coronavírus

A Doença

A COVID-19 é uma doença que ataca o sistema respiratório do paciente e pode ser transmitida por meio de gotículas de saliva contaminada expelidas pela tosse ou espirros. Atualmente, a doença já fez mais de 45 milhões de vítimas ao redor do mundo. Destas, 1 milhão de vítimas não resistiram aos efeitos da infecção e vieram a óbito.

Algumas condições prévias aumentam o risco de complicações graves relacionadas ao novo coronavírus. Por isso, essas pessoas precisam redobrar os cuidados com a saúde em tempos de pandemia.

Sintomas

Por ser uma condição que ataca o sistema respiratório, os principais sintomas da Covid-19 são a tosse, dificuldade ou dor ao respirar e falta de ar. Além deles, também é possível sentir:

  • Febre;
  • Produção de secreção respiratória;
  • Cefaleia (Dor de Cabeça);
  • Dor de Garganta;
  • Astenia (Cansaço);
  • Perda de apetite;
  • Dificuldade para engolir;
  • Congestão Conjuntival;
  • Perda de olfato;
  • Perda de paladar;
  • Rinorreia;
  • Dor no corpo;
  • Mal estar;
  • Dor muscular;
  • Diarreia.

Em alguns casos, o paciente pode ser considerado como assintomático, caso seja comprovada a existência do vírus no organismo e ele não apresente qualquer um dos sintomas citados acima.

A Volta às Atividades

O anúncio da retomada de atividades como a reabertura de shoppings, comércios de rua, parques, restaurantes e escritórios, fez com que muitas pessoas diminuíssem a guarda quando o assunto é prevenção da covid-19.

Aglomerações, falta do uso de máscara, compartilhamento de objetos e outras práticas que poderiam evitar uma contaminação pelo novo coronavírus, começaram a ser vistas frequentemente em todas as regiões o mundo.

Segunda Onda da Covid-19

Em muitos países, a segunda onda de Covid-19 já está sendo cogitada pelas autoridades. O aumento da curva de casos e óbitos fez com que muitos países readotassem as medidas de prevenção sugeridas pela Organização Mundial da Saúde.

O distanciamento social promove a redução do número de casos de infecção. Com o afrouxamento dessa medida, é normal que os números voltem a subir. Além disso, a falta de cuidado com a higienização das mãos e superfícies passíveis de contaminação também afetam as curvas de contaminação.

No Brasil, a pandemia do novo coronavírus já atingiu mais de 5 milhões de pessoas. E mesmo assim, o baixo número de testagens tem preocupado especialistas, uma vez que, essa atitude pode ser crucial na prevenção de uma segunda onda da doença.

Para saber mais sobre o novo coronavírus, assim como obter um diagnóstico positivo – ou não – para a doença, procure um médico especialista de sua confiança. Proteja-se.

Referência: The Lancet


Compartilhe
Dra. Keilla Freitas
CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.


https://www.drakeillafreitas.com.br/quem-somos/

Deixe uma resposta

Top