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A PrEP é 100% Eficaz?

A Prep E Cem Porcento Eficaz
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A PrEP é a Profilaxia Pré-Exposição ao risco de se infectar pelo HIV.

Essa estratégia de prevenção é utilizada principalmente pelas pessoas que não possuem o vírus, e vão fazer uso de uma medicação com o intuito de evitar se infectar pelo vírus, mesmo em uma situação de exposição.

A PrEP é 100% Eficaz?

Um exemplo são os profissionais do sexo, que podem usar preservativo ou não. Para eles, o uso da profilaxia pré-exposição pode aumentar a proteção.

No entanto, o PrEP de maneira alguma substitui o preservativo, visto que não protege contra outras ISTs.

Ao invés disso, ele  deve ser utilizado simultaneamente com o preservativo, para somar esforços.

Vários estudos foram feitos com o PrEP antes do seu início no mercado e depois que ele chegou ao mercado. Os resultados se mostraram muito promissores e eficazes.

Porém, o maior problema é o uso adequado dessa medicação, pois, como qualquer remédio, ele deve ter níveis adequados no sangue para ter o efeito esperado.

Logo, a PrEP não deve ser utilizada como uma pílula do dia seguinte, por exemplo.

A medicação precisa ter níveis adequados no sangue, na mucosa retal, ou na mucosa genital antes que a pessoa possa se expor ao vírus.

Se o remédio estiver presente no sangue com a concentração indicada, o vírus será combatido no momento que ele entrar no corpo, impedindo sua proliferação.

Caso a PrEP seja utilizada corretamente todos os dias, sua eficácia é inquestionável.

O esquema de livre demanda também é recomendado para aqueles que se expõem ao risco com uma menor frequência.

Outra coisa que também deve ser levada em conta, é o uso de medicações ou a ocorrência situações que possam reduzir os níveis da medicação no sangue da pessoa, como por exemplo, cirurgias bariátricas.

Isso deve ser avaliado caso a caso, junto com um médico Infectologista.


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CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.

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