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Ter IST e não transmitir

Ter IST e não transmitir
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Ter IST e não transmitir

Não é porque um pessoa tem uma Infecção Sexualmente Transmissível – IST, que seu parceiro obrigatoriamente tem que ter.

Casais sorodiferentes, antigamente chamados de casais sorodiscordante

Um casal pode ter relações sexuais sem preservativo por muito tempo sem que a pessoa infectada transmita a doença a seu parceiro.

Isso ocorre porque cada exposição (cada relação sexual) é um risco ou seja, possui uma probabilidade de transmissão.

Cada relação é uma exposição ao risco.

Existe uma série de fatores que podem aumentar ou diminuir este risco, mas ele nunca é de 100%.

Ter IST e não transmitir – o que aumenta o risco de transmissão?

Quantidade de vírus circulando no sangue

  • Infecção recente, mesmo sem sintomas

Presença de lesões

(qualquer superfície em contato com material contaminado, seja fluido vaginal, esperma, líquido pré ejaculatório ou sangue)

  • Lesões genitais,
  • Lesões penianas,
  • Lesões orais,
  • Lesões anais,
  • Lesões de pele como úlceras, herpes, cortes, fissuras,
  • Gengivites.

Traumas durante o ato sexual

  • Relações sexuais com penetrações mais brutas causam pequenas fissuras ou lesões dentro da cavidade acarretando pequenos sangramentos, principalmente nas relações anais, uma vez que a mucosa anal não tem a mesma lubrificação da vagina estando mais suscetível a este tipo de trauma.

Quantidade de material

  • A quantidade do material contaminado também pode diminuir ou aumentar o risco de transmissão

Presença de outras doenças de transmissão sexual

 

Ter IST e não transmitir – Casais HIV sorodiferentes podem ter filhos livres do vírus.

 


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CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.

2 thoughts on “Ter IST e não transmitir

  1. Descobri recentemente que tenho o hiv pelo teste num banco de sangue. A única situação de risco que me recordo foi ter feito sexo oral num homem dia 26 de fevereiro de 2018. Descobri no dia 14 de março. Sendo que ele não ejaculou em mim. Antes desta situação doei sangue e fiz exames e deu tudo bem. A situação de risco que me recordo foi em 2015, quando me relacionei om uma pessoa por um tempo e não usei preservativo.Posso ter trago o vírus desta época e só apareceu agora?

    1. Boa tarde. Todo exame com resultado positivo deve ser confirmado por outro de diferente tipo. Sendo assim, sugiro que procure um médico infectologista de sua confiança, para que possa te avaliar pessoalmente e solicitar os exames necessários para confirmação ou não do diagnóstico e caso seja positivo, já dar início ao tratamento.

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