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Descoberta nova mutação genética resistente ao HIV

Infectologista - Descoberta nova mutação genética resistente ao HIV
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Mutação genética resistente ao HIV

Nova mutação genética descoberta permite imunidade natural da pessoa ao vírus do HIV

O gene Transportina 3 (TNPO3) tem sido descrito como uma peça importante na infecção pelo vírus HIV

Em 2013 uma mutação neste mesmo gene foi associada a uma doença muscular rara chamada Distrofia Muscular da Cintura dos Membros 1F

Geneticistas de Madrid identificaram este gene em uma família da Espanha portadores desta distrofia muscular

Outros pesquisadores estudavam sobre o papel que este mesmo gene faz no transporte do vírus HIV para o interior da célula.

Os médicos então, tentaram infectar com HIV amostras de células dessa família em laboratório

Observaram que os linfócitos dos que padecem desta doença muscular apresentam uma resistência natural contra o HIV.

A mutação mais conhecida até o momento que confere resistência ao vírus HIV é a CCR5.

Existente no doador do transplante de medula do “paciente de Berlim“, o que possibilitou a sua cura.

Descoberta nova mutação genética resistente ao vírus HIV – Importância

Essa descoberta pode ajudar a entender melhor como o vírus HIV funciona em nosso organismo.

Pode abrir novos caminhos para o desenvolvimento de vacinas, novos tratamentos e até mesmo cura da infecção

 

 

Fonte:


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Dra. Keilla Freitas
CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.


https://www.drakeillafreitas.com.br/quem-somos/

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