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Pessoas com HIV Podem Ter Filhos?

Pessoas Com Hiv Podem Ter Filhos

Pessoas com HIV Podem Ter Filhos? Até o final da década de 80, pessoas com o vírus do HIV não possuíam nem chances de sobrevivência.

Contudo, os medicamentos antirretrovirais mostraram-se extremamente eficazes no controle da doença, melhorando não só a taxa de sobrevida dos pacientes soropositivos, assim como aumentando suas possibilidades de pensar no futuro.

Pessoas com HIV Podem Ter Filhos?

Existem várias estratégias para que os casais sorodiferentes, quando apenas uma das pessoa possuí o vírus, possa engravidar e ter os filhos livres da doença.

Saiba mais, assistindo a este vídeo.

https://youtu.be/tQ1YDMdAYW8

Saiba mais informações:

Quando a mulher é portadora do vírus, algumas medidas que podem ser tomadas são a Auto-inseminação vaginal com esperma do parceiro durante o período peri-ovulatório e o uso de PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) peri-concepção pelo homem soronegativo com pelo menos 1 semana de antecedência.

Tratamento Antirretroviral

Durante a gestação, o tratamento deve ser realizado por meio de antirretrovirais, mesmo se sua imunidade estiver boa, essa é a parte fundamental da estratégia de prevenção da transmissão vertical, onde a mãe passa a doença para o feto.

Gestantes com carga viral alta possuem risco de transmissão vertical de cerca de 30%, já com a carga viral baixa esse risco é reduzido para menos de 1%.

Durante o pré-natal, a gestante terá que fazer o acompanhamento dos níveis de vírus no sangue para saber se o tratamento ARV está adequado ou não ou até mesmo se oferece risco a saúde do Bebê.

Já quando o pai é o portador do vírus HIV, não há risco de transmissão para feto.

Após o nascimento, o bebê precisará ter um acompanhamento frequente com um infectologista pediatra, para depois disso ser diagnosticado sem o vírus HIV. Assim, o sonho de interromper a transmissão do vírus HIV aos filhos já é possível, pois existem técnicas para evitar o contagio.

CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.

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