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Como Diagnosticar a Tuberculose?

Como Diagnosticar A Tuberculose
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A Tuberculose é uma doença infecto-contagiosa causada por uma micobactéria. Esse bacilo não causa apenas infecções no pulmão, ou seja, nem toda tuberculose vai causar tosse.

Ela pode se manifestar em qualquer parte do corpo, como encéfalo, ossos, olhos, sistema urinário, rins, gânglios (linfonodos), pele, etc.

Como Diagnosticar a Tuberculose?

Quando o bacilo está no pulmão e a pessoa tem tosse com secreção, é fácil realizar o diagnóstico, pois o bacilo vai ser encontrado diretamente no escarro.

No entanto, o diagnóstico da tuberculose pode ser complicado, dependendo do local que o bacilo se encontra.

Um exemplo dessa doença que apresenta maior dificuldade para a confirmação do diagnóstico, é a tuberculose ocular.

Muitas vezes, acaba sendo feita uma tentativa de tratamento da Tuberculose (prova terapêutica) para avaliar a resposta do organismo da pessoa e, deste modo, confirmar o diagnóstico.

Exame de Prova Tuberculínica

O exame de Prova Tuberculínica (PT) é realizado na pele, com o intuito de identificar o contato com esse bacilo.

Como a tuberculose é um bacilo muito frequente no nosso país, é comum uma pessoa ter contato com ele e não desenvolver nenhuma infecção relacionada à tuberculose ativa.

É por isso que este exame muitas vezes acaba confundindo o diagnóstico, visto que mostra apenas o contato prévio com o bacilo, mas não identifica a presença da infecção em si.

Em pessoas que tem a imunidade baixa, o teste tuberculínico pode dar um falso negativo, ou seja, a pessoa tem contato com a tuberculose e ainda assim o teste dá negativo.

Para que haja alteração nesse teste, a pessoa precisa ter um mínimo de imunidade. Isso significa que a Prova Tuberculínica, que é o teste mais utilizado para ver o contato com a tuberculose, não vai excluir e nem confirmar o diagnóstico.

Embora alguns testes sejam úteis para indicar que houve contato com o bacilo, o ideal para se fazer o diagnóstico da Tuberculose ativa é encontrar o bacilo no material suspeito da infecção.


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CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.

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