
Meningite infecciosa – O Que Você Deve Saber
Publicado: 10/03/2026

Publicado: 10/03/2026
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A meningite é uma infecção grave que acomete as meninges, estruturas responsáveis por proteger o cérebro e a medula espinhal. Por se tratar de uma doença infecciosa de evolução rápida, ela representa uma emergência médica e deve ser diagnosticada e tratada o quanto antes para reduzir o risco de complicações e mortalidade.
Conhecer mais sobre essa condição é essencial para buscar o tratamento adequado o quanto antes, por isso, preparamos este artigo com tudo o que você deve saber sobre a Meningite Bacteriana, confira.
A meningite é um processo inflamatório das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Pode ser causada por diversos agentes infecciosos, ou também por processos não infecciosos como, por exemplo, medicamentos e neoplasias. Entre os agentes infecciosos, as meningites bacterianas e virais são as mais importantes do ponto de vista da saúde pública e clínico, devido a sua magnitude, frequência, capacidade de causar surtos e gravidade.
No Brasil, a meningite é considerada uma doença endêmica, deste modo, casos da doença são esperados ao longo de todo o ano, com a ocorrência de surtos e epidemias ocasionais. A ocorrência das meningites bacterianas é mais comum no outono-inverno e das virais, na primavera-verão.
Todas as faixas etárias podem ser acometidas pela doença, porém, o maior risco de adoecimento está entre as crianças menores de 05 (cinco) anos, especialmente as menores de 01 (um) ano de idade.
Na doença causada pela bactéria Neisseria meningitidis, além das crianças, os adolescentes e adultos jovens têm o risco de adoecimento aumentado em surtos. Na meningite pneumocócica (causada pelo Streptococcus pneumoniae), idosos e indivíduos com quadros crônicos ou doenças imunossupressoras também apresentam maior risco de adoecimento. O sexo masculino igualmente é o mais acometido pela doença.
As meninges são compostas por 3 membranas que revestem o cérebro (que fica dentro do crânio) e a medula espinhal (fica dentro da coluna).


Meningite é a inflamação das meninges. Ela pode ter várias causas: fungos, vírus, bactérias.
As bactérias, em especial, podem ser muito perigosas e são mais frequentes na população geral. Todos os anos ocorrem cerca de 1 milhão e 200 mil casos de meningite bacteriana em todo o mundo.
A meningite bacteriana ocorre quando bactérias ultrapassam as defesas naturais do organismo e atingem o sistema nervoso central, causando inflamação intensa. Entre os agentes mais frequentemente associados estão o Streptococcus pneumoniae, a Neisseria meningitidis e o Haemophilus influenzae. Essas bactérias podem colonizar vias respiratórias e, em determinadas condições, provocar infecção invasiva.
Algumas condições, como idade ou outros fatores de risco, podem facilitar o aparecimento da doença por outros tipos de bactérias. Muitas vezes, estas bactérias podem viver em nossa própria pele, mas, por alguma razão, acabam atingindo o sistema nervoso central.
Sua transmissão ocorre, principalmente, por meio de gotículas respiratórias, liberadas ao falar, tossir ou espirrar. O risco é maior em ambientes fechados, com aglomeração de pessoas ou contato próximo e prolongado. Nem toda pessoa infectada desenvolve a doença, mas pode transmitir o agente aos outros indivíduos suscetíveis.
O período de incubação (tempo entre o contato com a bactéria e o início dos sintomas da doença) costumam aparecer muito rápido, menos de 24 horas. Mas pode variar de 1 hora a 14 dias.
Febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez no pescoço, náuseas, vômitos e sensibilidade à luz são alguns dos sinais da infecção. Alterações do estado mental, como confusão ou sonolência excessiva, também podem ocorrer.
Em crianças pequenas e bebês, os sinais podem ser menos específicos, como irritabilidade, choro persistente, dificuldade para se alimentar e abaulamento da moleira.
Outros sinais de Meningite são:
As manchas de pele não estão presentes em todos os casos e podem ser mais comuns dependendo da causa. Ex: manchas vermelhas, manchas roxas, forma maculopapular, petéquias (manchas que não somem quando pressionadas).
O diagnóstico é realizado por avaliação clínica associada aos exames laboratoriais, sendo a análise do líquor fundamental para a confirmação. O líquor é um líquido transparente que envolve o cérebro e a medula espinhal. Antes de coletá-lo deve-se sempre realizar uma imagem do crânio, geralmente tomografia. Uma vez feita a hipótese diagnóstica de meningite o tratamento deve ser iniciado imediatamente com antibióticos e antivirais intravenosos dentro do ambiente hospitalar e com suporte clínico adequado.
Após a identificação do agente, podemos ajustar o esquema.
A atuação rápida do infectologista é essencial para definir a conduta correta e reduzir o risco de sequelas neurológicas.
São as causas mais comuns de meningite e a grande maioria delas, causam quadros não graves e nem possuem um tratamento específico, é apenas hidratação sintomática e repouso.
Dentre as causas de meningite viral menos graves as mais comuns são as chamadas enteroviroses, um grupo de diferentes vírus que vivem no trato digestivo , podemos pegá-lo ingerindo alimentos ou líquidos contaminados ou por contato direto com saliva ou gotícula respiratória de pessoa portadora que pode inclusive estar assintomática.
Arboviroses como dengue e zika também podem chegar a invadir o cérebro. Estes casos geralmente cursam com uma complicação neurológica após a instalação do quadro agudo que a gente já conhece.
Mas existem causas de meningite viral extremamente graves, como as causadas pelos vírus do grupo herpes como os Herpes simples, herpes zoster, ou citomegalovírus. Estes agentes causam quadros extremamente graves, tanto quando as bacterianas e não dá para saber pelos sintomas qual está causando e por isso a gente inicia com o tratamento para os dois tipos de agentes
Ainda que menos comum, existem vários outros agentes infecciosos causadores de quadros graves de meningite:
Sim. e em alguns casos, a pessoa pode evoluir para o óbito horas após o aparecimento do quadro neurológico, doenças como a meningite pneumocócica e a meningite meningocócica, ambas causadas por bactérias que diga-se de passagem são preveníveis por vacina.
As principais complicações ligadas a meningite bacteriana são comprometimentos neurológicos como:
Já os fatores de risco envolvem:
Absolutamente qualquer pessoa pode apresentar um quadro de meningite e evoluir com complicações, mas existem aqueles grupos que possuem maior risco de complicações como:
Para os que apresentam quadros graves e sobrevivem, podem permanecer uma série de sequelas para o resto da vida, como: surdez, crises de epilepsia, limitações motoras, de fala ou mesmo cognitivas, amputação de membros, dificuldades de aprendizagem além de problemas comportamentais.
Muitas pessoas podem ser colonizadas pelas bactérias, vivendo em nariz e garganta sem desenvolver nenhum sintoma.
Mas estas pessoas podem transmitir para outras que desenvolverão problemas, ou seja, não são apenas pessoas doentes que podem infectar outras.
É considerado surto da doença meningocócica quando há ocorrência de três ou mais casos do mesmo sorogrupo em um período de 90 dias. De janeiro a setembro de 2022, São Paulo teve 58 casos confirmados e 10 mortes. Um jovem de 22 anos chegou a falecer.
Houveram três surtos na cidade no ano de 2022. Além de SP, outros quatro estados têm aumento de casos: Bahia, Espírito Santo, Rio e Minas Gerais.
A prevenção da meningite bacteriana está diretamente relacionada à vacinação. As vacinas disponíveis protegem contra os principais agentes causadores da doença e fazem parte do calendário vacinal infantil, além de serem indicadas para grupos específicos de adultos. Medidas de higiene, isolamento e orientação adequada em casos suspeitos também contribuem para o controle da transmissão.
Quando existe suspeita ou confirmação de meningite por meningococo, o médico infectologista deve avaliar as pessoas que tiveram contato com o doente e verificar a necessidade de tomar antibióticos para prevenir a doença.
Procurando um Infectologista
Ao surgirem sintomas sugestivos de meningite como febre associado a dor de cabeça e vômitos podendo ou não estar presente sonolência ou agitação, é fundamental buscar atendimento médico imediato. O infectologista desempenha um papel central no diagnóstico precoce, no manejo adequado da infecção e na orientação sobre prevenção, especialmente em situações de contato com casos confirmados.
A meningite bacteriana é uma condição séria, mas pode ser tratada com sucesso quando reconhecida rapidamente. Informação, prevenção e acompanhamento especializado são pilares essenciais no enfrentamento dessa doença infecciosa.
O termo “sorogrupo” diz respeito à classificação da bactéria Neisseria meningitidis (também chamada de meningococo), que causa a doença meningocócica. A doença meningocócica (DM) caracteriza-se por uma ou mais síndromes clínicas, sendo a meningite meningocócica a mais frequente delas e a meningococcemia a forma mais grave.
São, ao todo, 12 diferentes sorogrupos: A, B, C, E, H, I, K, L, W, X, Y e Z. No Brasil, os principais sorogrupos circulantes (que causam a maioria dos casos de DM) são o B, C, W e Y.
Estes sorogrupos já foram identificados em praticamente todas as Unidades Federadas, em maior ou menor frequência. Entretanto, o sorogrupo C permanece sendo o principal causador de doença meningocócica no Brasil, responsável por 60% dos casos da doença meningocócica.
No Brasil, a doença meningocócica é endêmica, com ocorrência de surtos esporádicos. Embora os casos de DM sejam esperados ao longo de todo o ano, a maioria deles ocorre nas estações mais frias, no outono-inverno.
Acomete indivíduos de todas as faixas etárias, porém, aproximadamente 30% dos casos notificados ocorrem em crianças menores de 5 anos de idade. Os maiores coeficientes de incidência da doença são observados em lactentes, no primeiro ano de vida. Nos surtos e nas epidemias, observam-se mudanças nas faixas etárias afetadas, com aumento de casos entre adolescentes e adultos jovens.
O tratamento para a doença meningocócica (independente do sorogrupo) é hospitalar, por meio de antibioticoterapia, que deve ser instituída o mais precocemente possível. O uso de antibiótico deve ser associado a outros tipos de tratamento de suporte, como reposição de líquidos e cuidadosa assistência.
A proteção contra o meningococo é conferida por vacinas que são “sorogrupos específicos”. Existem vacinas contra os principais sorogrupos que causam a doença meningocócica, a saber: A, B, C, W, Y.
A vacina conjugada contra o meningococo do sorogrupo C (MenC) está disponível no Calendário de Vacinação do Programa Nacional de Imunização (PNI/MS) nas seguintes circunstâncias:
Em casos de dúvidas, não deixe de procurar um especialista da área de Infectologia para fechar seu diagnóstico.
Fonte:
Publicado em 31 de Julho de 2018 e atualizado em 10 de março de 2026.
Olá ! minha mae faleceu há 20 dias de meningite bacteriana a senhora acha nescessario tomar remedio e vacina . Tenho 40 anos . obrigado
Com este tempo da exposição, não tem indicação de profilaxia, pode ficar tranquilo.
Depois da pessoa morta tem risco de contrair a doença?
Uma pessoa morta não pode contrair nenhuma doença, pois já está morta.
Agora uma pessoa morta pode transmitir algumas doenças, mesmo depois de morta, como o vírus Ebola, mas isso não ocorre na meningite bacteriana.
Tive meningite bactériana após contato com uma jovem no funeral, morte causada pela mesma doença.
se o seu contato com a doente foi depois de morta não é considerado risco.
Meu filho teve uma vermelhidão na perna e alguns furunculos e a médica indicou tratamento homeopático para staphylococus. Se não tratasse, poderia virar uma meningite bacteriana ?
Olá, como mencionado no artigo a bactéria staphylococcus aureus pode causar meningite bacteriana, portanto é importante que realize o tratamento adequado para eliminar esta infecção.
Olá doutora minha filha tem 1 mes e 7 dias ela e considerada recém nascida ela contraiu a menigite bacteriana iniciou o tratamento com antibióticos no segundo dia dos sintomas ela está mamando bem não tem manchas na pele hoje e o 4 dia de tratamento e não tem mais febre mas estou com uma dúvida e provável que ela tenha sequelas ?
Bom dia. Não consigo dar um parecer sem examiná-la pessoalmente. Sugiro que procure um médico infectologista de sua confiança, para que possa analisá-la e solicitar os exames necessários.
Olá bom dia. Meu marido passou mal e foi diagnosticado com hidrocefalia e uma lesão. Iria fazer a biopsia quarta feira. Porém a 10 dias colocou a válvula até a barriga par ao dreno da água. Apos a valvula no dia seguinte comecou umas.mancjar no tronco ate a barriga somente A 3 dias começou apresentar febre acima de 38, fizeram 3 liquor
Todos alterados.o último o médico disse Q foi o mais preocupante e iria tratar como meningite. Mas não disse mais nada. Seria a bacteriana certo?deveria
Deveria isolamento?ele pode ter pego na corugia?
Antes DDa colocação da válvula ele ficava em pe,andava como bêbado. Tinha febre, visão dupla e não sentia o braço. Já deviam ter tratado como.meningite?obrogada
Bom dia. Não condigo dar um parecer sem examiná-lo. Sugiro que procure um médico infectologista de sua confiança, para que possa ser avaliado pessoalmente e solicitar os exames cabíveis para o caso.
Boa tarde Dra. Minha irmã fez uma cirurgia de tumor no cérebro. Depois de uma semana sentiu se fortes dores de cabeça. Voltando ao hospital detectaram meningite bacteriana. Se encontra hospitalizada a 1 mês e ainda não conseguiram combater essa bactéria. Por favor me ajude. DraKeila.
Olá , estou à sua disposição. Basta ligar para o telefone (11) 2533 0292 ou pelo WhatsApp (11) 96338 2866 e agende uma consulta. Será um prazer em poder avaliá-la.
https://www.google.com.br/maps/place/Dra.+Keilla+Mara+de+Freitas+-+Consult%C3%B3rio+de+Infectologia/@-23.6020032,-46.6565661,17z/data=!3m1!4b1!4m5!3m4!1s0x94ce5a19c5c5b82f:0x4b974edcf8286daf!8m2!3d-23.6020081!4d-46.6543774
uma amiguinha do meu filho foi pro hospital e dois dias antes ele estava na casa dela brincando. e disse a irmã que o medico falou que era meningite bacteriana . mais ela só ficou 24 horas nop hospital, pode ser mesmo que ela estivesse com meningite bacteriana? falou que ficou tomando antibiotico.
Bom dia. Não consigo emitir um parecer sem examiná-la, juntamente com o histórico de exames. Caso haja alguma dúvida quanto ao diagnóstico, sugiro que a leve a um médico infectologista de confiança para que possa ser avaliada pessoalmente e seja feita a análise completa do histórico de exames.
Qual a diferença dos antibióticos profiláticos de dose única e o de 12/12 por dois dias? Algum é mais eficiente que o outro?
Depois de quanto tempo pode beijar o companheiro, ou ingerir bebida alcoólica?
São esquemas diferentes, com a mesma eficácia.
Não há tempo minimo para ingesta de bebida alcoólica e nem para contato com outras pessoas, pois se trata de uma profilaxia e não de uma pessoa com suspeita de infecção.
Mas se for para ter um zelo a mais, como a maioria dos casos de infecção aparecem após 24 horas da exposição, esperaria no máximo, 48 horas e depois, seguir a vida normalmente.
Eu passei sentir muita dor de cabeça doia tudo pescoço espinhaço me deu febre sem dizer que antes disso estava com afta..e por último. Pareceu um bolinha como se algum bixo tinha picado a cima do meu ceio alguns na bariga e naa costa…fui no médico fiz exames d sangue nao deu nada o que acha ?? Dois dia indo e voltado com muita dor na cabeça me passarão outro medicamento melhorou
Não posso emitir nenhum critério sobre o seu caso em específico sem avaliá-la pessoalmente e pedir os exames cabíveis.
Ola minha amiga trabalha com uma moça que foi diagnosticada com meningite bacteriana, elas tem um contato muito proximo, no mesmo dia ela viu minha filha beijou abraçou fez de tudo, tem algum risco para minha filha? Depois de quanto tempo que foi exposto a bacteria que ocorre os sintomas? Obriģada
contato com provável contato não é exposição ao risco.
Boa noite, dra keila. No carnaval, ha 130 dias, tive relação com uma mulher, que se limitou a beijos de lingua. Tenho notado desde entao uma mancha vermelha em meu peito que some em alguns dias e volta algumas semanas depois, sendo que fiz check up de DSTs e nao acusou nada. Passado todo esse tempo, pode ainda se tratar de um virus ou bacteria que cause meningite, ou ja pode ser descartado?
DR. boa tarde fui ao um pronto atendimento levar minha filha pois ela estava com inflamação de garganta, no mesmo local havia uma bebe de 1 mês com suspeita de meningite. Minha filha corre algum risco de pegar a doença?
isso não é considerado contato de risco.
Gostaria de saber se quando a pessoa teve meningite depois de 20 dias, se depois desses dias ainda corre risco de transmitir pela saliva.
Após este tempo, ou inicio do tratamento, não possui mais risco de transmissão.
Boa noite… Estou a 3 dias com dor na nuca… E vermelhidões com picada de inseto nas pernas. Não sei se tive febre, mas estou com calafrios, as vezes mtu calor e as vezes frio… Devo procurar um infectologista?
Sim, você precisa se consultar com um médico infectologista de sua confiança para te avaliar pessoalmente e pedir os exames necessários para o seu caso.
Oi boa noite….meu pai começou acom febre e vômitos e dor d cabeça daí minha madrasta m ligou um dia depois e o levamos para o hospital …foi constatado meningite bacteriana mas ela ta conversando normal só tem febre e dor d cabeça, e já faz uma semana que ele está internado e hoje fizeram exames nele e ele esta com a bactéria na cabeça meu pai ainda corre rosco de vida ou de ficar com seqüelas?
Bom dia. Não consigo emitir um parecer sem examiná-lo pessoalmente e fazer a análise do histórico de exames. Sugiro que converse com o médico responsável pelo caso do seu pai.
Boa noite Dra, eu e minha filha (9 meses) tivemos contato com uma garotinha de 5 anos em uma sexta-feira, contato de beijos eu peguei um pedaço de banana que a garotinha estava comendo e deu para minha bebê contato de aproximadamente 2 horas e meia, no domingo ela foi diagnosticada com meningite meningocócica b. Fomos em um hospital de infectologia onde não nos passaram a profilaxia, dizendo que não era considerado um contato de risco. Desde
Quando existe suspeita ou confirmação de meningite por meningocócica, o médico infectologista deve avaliar as pessoas que tiveram contato com o doente e verificar a necessidade de tomar antibióticos para prevenir a doença caso esteja indicado para esta situação, que foi exatamente o que você fez.
Você precisa verificar também se as vacinas, sua e de sua filha, estão em dia.
Sobre meningite meningocócica b .A minha dúvida é, qto tempo a bactéria pode ficar incubada? Ouvi dizer que são 15 dias, até o final desse prazo, eu corro o risco de desenvolver a doença? A profilaxia protege quem teve contato com a doença de nao desenvolve-la? Ou apenas de nao transmiti-la? Qual o risco de quem teve contato com alguém doente mas não ficou infectado tomar a profilaxia?
Quando existe suspeita ou confirmação de meningite por meningocócica, o médico infectologista deve avaliar as pessoas que tiveram contato com o doente e verificar a necessidade de tomar antibióticos para prevenir a doença caso esteja indicado para esta situação, que foi exatamente o que você fez.
Você precisa verificar também se as vacinas, sua e de sua filha, estão em dia.
Dr.descobri que sou colonizada pelo streptococus B, minha filha de 2 anos corre risco de adoecer,?ela nao tem doença preexistente.
Não o risco para a criança é a infecção neonatal que a mãe colonizada passa durante o trabalho de parto.
Minha filha foi diagnosticada com meningite. Esta internada. Minha dúvida é, temos contei direto com ela, mas a médica disse que não precisamos tomar nada se não apresentar sintomas, meu filho teve febre e diagnóstico de amigdalite, não devíamos tomar remédios pra que não estejamos correndo o risco de desenvolver a doença também?
A única meningite que possui indicação de antibióticos para quem teve contato com a pessoa doente é a meningite meningocócica.
Eu tive meningite quando tinha 1 ano de idade. Cheguei ficar desenganado pelos médicos…. minha dúvida é: se já tive, corro risco maior de uma segunda infecção? Ou já tive e não terei novamente?
não nacessariamente o fato de ter uma vez aumenta as chances de ter novamente. dependente se você possui os fatores de risco atualmente para meningite. Mas ter uma vez não te deixa imune.