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Algumas ideias para uma Vacina contra o HIV

vacina contra o HIV
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Um dos problemas para elaboração de uma vacina eficaz contra o HIV é o grande poder de mutação do vírus.

Criamos anticorpos específicos contra o tipo de vírus que foi apresentado ao nosso sistema imune pela vacina, como se fosse uma pecinha de lego.

Imagine se, ao invés de apresentarmos um grupo de vírus pela vacina,  pudéssemos apresentar apenas as proteínas do vírus?

Dessa forma, o próprio sistema imune poderia “montar as pecinhas” separadas de um “quebra cabeça”

Assim, nosso sistemas imunde poderia criar um anticorpo específico para o o vírus HIV que entrasse em contato

Estes anticorpos que são capazes de combater várias mutações de vírus são chamados de anticorpos de amplo espectro.

Para que isso possa acontecer, depende da capacidade de ligação da primeira  “peça” à celula de defesa precursora da montagem dos anticorpos, chamadas de células B.  

Cientistas no The Scripps Research Institute em La Jolla (Califórnia), demonstraram que já existiam células com este potencial em quase todas as amostras de sangue de pessoas voluntárias.

Além disso, eles criaram uma proteína com engenharia genética capaz de se ligar a estas células.

Eles viram que esta célula precursora, que já existe em nosso sangue, quando entrava em contato com esta proteína produzida em laboratório, criava anticorpos específicos contra um tipo crucial de vírus HIV.

Viram que anticorpos isolados de pessoas diferentes possuíam as mesmas propriedades,

No entanto, ainda faltam muitas etapas do processo cientifico, para que esta estrategia seja trabalhada.

 

Fonte:


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CRM-SP 161.392 RQE 55.156-Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.

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