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Ter IST e não transmitir

Ter IST e não transmitir

Last updated on novembro 14th, 2017 at 12:06 pm

Ter IST e não transmitir

Não é porque um pessoa tem uma Infecção Sexualmente Transmissível – IST, que seu parceiro obrigatoriamente tem que ter.

Casais sorodiferentes, antigamente chamados de casais sorodiscordante

Um casal pode ter relações sexuais sem preservativo por muito tempo sem que a pessoa infectada transmita a doença a seu parceiro.

Isso ocorre porque cada exposição (cada relação sexual) é um risco ou seja, possui uma probabilidade de transmissão.

Cada relação é uma exposição ao risco.

Existe uma série de fatores que podem aumentar ou diminuir este risco, mas ele nunca é de 100%.

Ter IST e não transmitir – o que aumenta o risco de transmissão?

Quantidade de vírus circulando no sangue

  • Infecção recente, mesmo sem sintomas

Presença de lesões

(qualquer superfície em contato com material contaminado, seja fluido vaginal, esperma, líquido pré ejaculatório ou sangue)

  • Lesões genitais,
  • Lesões penianas,
  • Lesões orais,
  • Lesões anais,
  • Lesões de pele como úlceras, herpes, cortes, fissuras,
  • Gengivites.

Traumas durante o ato sexual

  • Relações sexuais com penetrações mais brutas causam pequenas fissuras ou lesões dentro da cavidade acarretando pequenos sangramentos, principalmente nas relações anais, uma vez que a mucosa anal não tem a mesma lubrificação da vagina estando mais suscetível a este tipo de trauma.

Quantidade de material

  • A quantidade do material contaminado também pode diminuir ou aumentar o risco de transmissão

Presença de outras doenças de transmissão sexual

 

Ter IST e não transmitir – Casais HIV sorodiferentes podem ter filhos livres do vírus.

 

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Dra. Keilla Freitas
Dra. Keilla Freitas
Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.
http://www.drakeillafreitas.com.br/

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