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Posso Ter HPV Novamente?

Ter HPV Novamente

Last updated on maio 14th, 2018 at 04:57 pm

Posso Ter HPV Novamente? A apresentação clínica do HPV depende do estado imunológico do paciente e também do tipo do HPV pelo qual ele foi infectado. Algumas pessoas podem não desenvolver sintoma, outras desenvolvem verrugas genitais ou desenvolver determinados tipos de câncer.

Posso Ter HPV Novamente?

Existe diferença entre eliminar o vírus HPV do organismo e curar as lesões provocadas pelo HPV. Portanto, para compreender esta questão, é preciso antes explicarmos como é a evolução natural desta infecção.

Assista a este vídeo e saiba mais sobre este assunto.

Formas de apresentação do Papiloma Vírus Humano

Apresentação latente:

Ocorre quando as pessoas infectadas por HPV não desenvolvem qualquer lesão.

Essa condição pode permanecer durante toda a vida.

Apenas algumas pessoas podem, anos mais tarde, vir a expressar a doença com condilomas ou alterações celulares do colo uterino.

A única forma de se saber que existe a infecção nessas situações é por testes molecular (detecção de material genético do vírus).

Apresentação subclínica:

Presença de lesões verrucosas ou não, tão pequenas que não podem ser vistas a olho nu.

Nesse caso o diagnóstico é feito por exames utilizando lupas, ou líquidos especiais que coram os locais de lesionados

Lesão macroscópica:

São lesões grandes o suficiente para serem vistas a olho nu.

É a forma mais comum de apresentação verruga genital ou condiloma acuminado.

Como são as verrugas do condiloma acuminado:

  • Superfície granulosa, únicas ou múltiplas,
  • Restritas ou disseminadas
  • Cor da pele, eritematosas (avermelhadas) ou hiperpigmentadas (mais escuras que a pele)
  • Tamanho variável. As lesões maiores assemelham-se a “couve-flor” e as menores possuem aparência de pápula ou placa, podendo também ter aspecto filiforme,
  • Dependendo do tamanho e localização anatômica, podem ser dolorosas, friáveis (sangrantes) e/ou pruriginosas (coceira).
  • No homem, localizam-se na glande, sulco bálano-prepucial e região perianal.
  • Na mulher, encontram-se na vulva, períneo, região perianal, vagina e colo.
  • Menos frequentemente, podem estar presentes em áreas extragenitais, como conjuntivas, mucosa nasal, oral e laríngea.

Na maioria das vezes, os sintomas podem nunca aparecer ou só surgir meses ou anos após a infecção, e isso torna difícil saber quando ela aconteceu.

 

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Dra. Keilla Freitas
Dra. Keilla Freitas
Residência médica em Infectologia pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com complementação especializada em Controle de Infecção Hospitalar pela USP (Universidade de São Paulo); Pós-Graduação em Medicina Intensiva pela Universidade Gama Filho; Graduação em Medicina pela ELAM, com diploma revalidado por prova de processo público pela UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso); Experiência no controle e prevenção de infecção hospitalar com equipe multidisciplinar no ajustamento antimicrobiano, taxa de infecção do hospital e infectologia em geral, atendendo pacientes internados e com exposição ao risco de infecção hospitalar; Vivência em serviço de controle de infecção hospitalar, interconsulta de pacientes cardiológicos e imunossuprimidos pós-transplante cardíaco no InCor (Instituto do Coração) ; Gerenciamento do atendimento prestado aos pacientes internados em quartos e enfermarias, portadoras de doenças crônicas e agudas com necessidades de cuidados e controles específicos.
http://www.drakeillafreitas.com.br/

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